Meu cérebro não está mais explodindo, e isso é bom :-) No entanto, ainda estou semi-surda do ouvido direito, e isso não é bom. Mas estou medicada, bem tratada e me alimentando bem. Acredito que é o suficiente. O frio tem sido mais ameno e meu secador entrou em greve, o que significa que não posso lavar o cabelo enquanto o novo não chegar (lavei ontem, o que me dá alguma vantagem). Descobri que o secadorzinho de viagem não sobrevive se uma maluca resolve acoplar um difusor para não perder seus amados cachinhos durante a secagem. Frescura.
De resto, não tenho feito nada, concentro-me em minha recuperação porque cansei de ficar doente, credo! Isso é soma de frio com imunidade baixa por stress. Tenho de aprender a parar um pouco, oh, céus! Tenho, mas não quero :-) esse é o problema.
Dia 21 de Junho comemoramos quatro anos de casados. QUATRO anos de casamento!!! Êêêê!!! Devo lembrá-los de que, no início, quase ninguém acreditava que esse relacionamento daria certo, porque foi tudo rápido, porque nos conhecemos pela internet e porque o pessoal achava que nós não batíamos bem :-) Acho que só eu, o Davison e a minha mãe sabíamos que era para sempre (pena que não tem coraçãozinho no teclado. Ou graças a Deus não tem...hahaha...eu encheria esse post de coraçõezinhos, que horror!).
Cá estamos nós, no mesmo grude de sempre, provando que o importante não é seguir os padrões, mas se comprometer em desenvolver e solidificar o relacionamento. Como eu sempre digo, isso é um trabalho constante, do dia-a-dia.
Bem, obviamente eu não consegui comemorar nada...risos... passei a noite fazendo inalação. :-D Planejei fazer um bolo, mas mal consegui levantar da cama, com as vias aéreas superiores congestionadas e uma dor de ouvido assassina. O Davison comprou uma torta, mas eu não consegui sentir o gosto. Felizmente ele sempre compra a mesma torta, então eu já sei o gosto que ela tem :-) Tudo bem, ele já me convidou para uma sessão de cinema comemorativa quando eu melhorar , todos os dias são especiais.
Mas vou confessar uma coisa: apesar de eu de-tes-tar ficar parada (os dias em que fiquei literalmente de cama foram a pior tortura da minha vida), eu simplesmente AMO me esconder em nossa caverna particular, guardada do resto do mundo, vivendo nossa vidinha, conversando com ele o tempo inteiro (e como fala essa criatura! Depois eu é que sou tagarela), rindo das gracinhas dele (e ele sabe fazer rir. Quem conhece o Diário de um Lunático sabe do que estou falando), rindo das gracinhas dos gatinhos, dizendo "não" para o Tiggy (fazemos isso o dia inteiro, mas não adianta nada. Ele responde com um "grrrum?" e continua a bagunça), vendo o Gatão fazer strike nos móveis (ele gosta de brincar de gatinho-bolinha de boliche), secando a cabeça da Ricota (ela insiste em tomar água da pia, e não sei como consegue abrir um pouco e molhar a cabeça), comendo sopinha de brócolis, tomando chá de poejo, brigando com o biscuit, lixando isopor e entortando arame. Nossa vida é bastante incomum, mas criei um universo particular aqui e tem sido bom me esconder um pouco do frio.
Ah, e estou comendo Macron compulsivamente. Alguém sabe o que é isso? O Davison comprou no supermercado para mim, eu nunca tinha ouvido falar, mas não sei como vivi minha vida toda sem o Macron!!! Ingredientes no rótulo: claras, coco ralado e açúcar. Acho que batem as claras em neve, misturam o coco e levam ao forno. É praticamente um bolinho por fora e cocada úmida por dentro. Eu, que sou enlouquecida por doce de coco, ando viciada no tal do Macron. Só não entendi até agora por que raios nomearam o tal doce com esse nome sinistro. Mistérios gaúchos.
Assim que eu estiver melhor, volto para escrever um pouco mais nas paredes da caverna, que sinto falta.
De resto, não tenho feito nada, concentro-me em minha recuperação porque cansei de ficar doente, credo! Isso é soma de frio com imunidade baixa por stress. Tenho de aprender a parar um pouco, oh, céus! Tenho, mas não quero :-) esse é o problema.
Dia 21 de Junho comemoramos quatro anos de casados. QUATRO anos de casamento!!! Êêêê!!! Devo lembrá-los de que, no início, quase ninguém acreditava que esse relacionamento daria certo, porque foi tudo rápido, porque nos conhecemos pela internet e porque o pessoal achava que nós não batíamos bem :-) Acho que só eu, o Davison e a minha mãe sabíamos que era para sempre (pena que não tem coraçãozinho no teclado. Ou graças a Deus não tem...hahaha...eu encheria esse post de coraçõezinhos, que horror!).
Cá estamos nós, no mesmo grude de sempre, provando que o importante não é seguir os padrões, mas se comprometer em desenvolver e solidificar o relacionamento. Como eu sempre digo, isso é um trabalho constante, do dia-a-dia.
Bem, obviamente eu não consegui comemorar nada...risos... passei a noite fazendo inalação. :-D Planejei fazer um bolo, mas mal consegui levantar da cama, com as vias aéreas superiores congestionadas e uma dor de ouvido assassina. O Davison comprou uma torta, mas eu não consegui sentir o gosto. Felizmente ele sempre compra a mesma torta, então eu já sei o gosto que ela tem :-) Tudo bem, ele já me convidou para uma sessão de cinema comemorativa quando eu melhorar , todos os dias são especiais.
Mas vou confessar uma coisa: apesar de eu de-tes-tar ficar parada (os dias em que fiquei literalmente de cama foram a pior tortura da minha vida), eu simplesmente AMO me esconder em nossa caverna particular, guardada do resto do mundo, vivendo nossa vidinha, conversando com ele o tempo inteiro (e como fala essa criatura! Depois eu é que sou tagarela), rindo das gracinhas dele (e ele sabe fazer rir. Quem conhece o Diário de um Lunático sabe do que estou falando), rindo das gracinhas dos gatinhos, dizendo "não" para o Tiggy (fazemos isso o dia inteiro, mas não adianta nada. Ele responde com um "grrrum?" e continua a bagunça), vendo o Gatão fazer strike nos móveis (ele gosta de brincar de gatinho-bolinha de boliche), secando a cabeça da Ricota (ela insiste em tomar água da pia, e não sei como consegue abrir um pouco e molhar a cabeça), comendo sopinha de brócolis, tomando chá de poejo, brigando com o biscuit, lixando isopor e entortando arame. Nossa vida é bastante incomum, mas criei um universo particular aqui e tem sido bom me esconder um pouco do frio.
Ah, e estou comendo Macron compulsivamente. Alguém sabe o que é isso? O Davison comprou no supermercado para mim, eu nunca tinha ouvido falar, mas não sei como vivi minha vida toda sem o Macron!!! Ingredientes no rótulo: claras, coco ralado e açúcar. Acho que batem as claras em neve, misturam o coco e levam ao forno. É praticamente um bolinho por fora e cocada úmida por dentro. Eu, que sou enlouquecida por doce de coco, ando viciada no tal do Macron. Só não entendi até agora por que raios nomearam o tal doce com esse nome sinistro. Mistérios gaúchos.
Assim que eu estiver melhor, volto para escrever um pouco mais nas paredes da caverna, que sinto falta.
Labels: Boletim de saúde, comemoração
