Eu sou muito importante
Fiquei incrivelmente emocionada. Foi só comentar no dia 19 que faria um texto sobre as azeitonas que têm sido obrigadas a andar na contramão do progresso, para receber um comentário da....Azeitona!!! Sinto-me honrada por merecer a atenção de tão nobre figura. Transcrevo aqui o comentário:
"Querida fã! Estou ansiosa pelo seu próximo post, onde, parece, serei objeto de sua inspiração. Na verdade por ser Carnaval, esperava um samba enredo: bum, bum,pati cum bum...verde até morrer..., no entanto perdi as esperanças. Será? Vc que escreve tão bem sobre tantas coisas, seria capaz de escrever um bom samba enredo para minha escola. A " Unidos do Aperitivo" desde já agradece.
Um grande abraço,
Azeitona".
Para deixar a Azeitona feliz (afinal de contas, não é sempre que temos a oportunidade de fazer uma azeitona feliz), decidi escrever o samba enredo da Unidos do Aperitivo. Espero agradar a tão verdes colegas (a música é a batida de samba-enredo, que é tudo igual):
Foi há seis mil anos atrás
As primeiras oliveiras
Se tornaram imortais
E a azeitona....a-zei-to-na, o fruto da oliveira
também chamada de oliva,
Parece uma brincadeira
E da oliveira.... da o-li-vei-ra
a azeitona retirada
não pode ser consumida
só depois de preparada
não em seguida!!
Pre-pa-ra-da a azeitona tem de ser
Bem curtida na salmoura
tudo pode acontecer!
Você vai veer!
O-li-vei-ras, oliveiras verdejantes
renovam seu esplendor
abraçando viajantes
Espalhando o seu verdor
E o seu amoor!!!
--
O comentário da Azeitona me lembrou que há pouco mais de quatro anos fui merecedora de honraria semelhante no post O Retorno das Tatuíras, do blog Save the Planctons. Na ocasião recebi um comentário do Plâncton, ao qual também respondi. Segue, a título de curiosidade, tanto o comentário quanto a minha resposta:
"Josephine,
Obrigado pelos adoráveis elogios, e, sobretudo, pelo apoio à nossa causa. Tem sido difícil trabalhar e trazer cor e alegria a um mundo sombrio como este em que uma morte violenta espreita a mim e a meus irmãos plânctons a cada onda que se espalha por sobre aquelas pavorosas criaturas descoloridas que habitam as areias."
Plâncton 09.28.04 - 11:07 pm "
Minha resposta, no post seguinte:
"
PS2 Fiquei emocionada ao ver um comentário do Plâncton no texto anterior. Me senti realmente honrada e lisonjeada por ter tão nobre figura a agradecer meu apoio. Estamos aí, irmão Plâncton, na luta pela manutenção da beleza, da cor e da alegria que apenas os verdadeiros artistas podem trazer ao mundo. Conte conosco!
Respeitosos Abraços a todos!"
Continuo felicíssima ao perceber que ainda sou diga de receber comentários de seres tão importantes, figuras incrivelmente destacadas na natureza. Mais uma vez agradeço a incomensurável honra, e prometo que da próxima vez falarei a respeito das azeitonas, o que eu já havia prometido no post supra (supra, supra mais um pouco, lá em cima) mencionado.
"Querida fã! Estou ansiosa pelo seu próximo post, onde, parece, serei objeto de sua inspiração. Na verdade por ser Carnaval, esperava um samba enredo: bum, bum,pati cum bum...verde até morrer..., no entanto perdi as esperanças. Será? Vc que escreve tão bem sobre tantas coisas, seria capaz de escrever um bom samba enredo para minha escola. A " Unidos do Aperitivo" desde já agradece.
Um grande abraço,
Azeitona".
Para deixar a Azeitona feliz (afinal de contas, não é sempre que temos a oportunidade de fazer uma azeitona feliz), decidi escrever o samba enredo da Unidos do Aperitivo. Espero agradar a tão verdes colegas (a música é a batida de samba-enredo, que é tudo igual):
Foi há seis mil anos atrás
As primeiras oliveiras
Se tornaram imortais
E a azeitona....a-zei-to-na, o fruto da oliveira
também chamada de oliva,
Parece uma brincadeira
E da oliveira.... da o-li-vei-ra
a azeitona retirada
não pode ser consumida
só depois de preparada
não em seguida!!
Pre-pa-ra-da a azeitona tem de ser
Bem curtida na salmoura
tudo pode acontecer!
Você vai veer!
O-li-vei-ras, oliveiras verdejantes
renovam seu esplendor
abraçando viajantes
Espalhando o seu verdor
E o seu amoor!!!
--
O comentário da Azeitona me lembrou que há pouco mais de quatro anos fui merecedora de honraria semelhante no post O Retorno das Tatuíras, do blog Save the Planctons. Na ocasião recebi um comentário do Plâncton, ao qual também respondi. Segue, a título de curiosidade, tanto o comentário quanto a minha resposta:
"Josephine,
Obrigado pelos adoráveis elogios, e, sobretudo, pelo apoio à nossa causa. Tem sido difícil trabalhar e trazer cor e alegria a um mundo sombrio como este em que uma morte violenta espreita a mim e a meus irmãos plânctons a cada onda que se espalha por sobre aquelas pavorosas criaturas descoloridas que habitam as areias."
Plâncton 09.28.04 - 11:07 pm "
Minha resposta, no post seguinte:
"
PS2 Fiquei emocionada ao ver um comentário do Plâncton no texto anterior. Me senti realmente honrada e lisonjeada por ter tão nobre figura a agradecer meu apoio. Estamos aí, irmão Plâncton, na luta pela manutenção da beleza, da cor e da alegria que apenas os verdadeiros artistas podem trazer ao mundo. Conte conosco!
Respeitosos Abraços a todos!"
Continuo felicíssima ao perceber que ainda sou diga de receber comentários de seres tão importantes, figuras incrivelmente destacadas na natureza. Mais uma vez agradeço a incomensurável honra, e prometo que da próxima vez falarei a respeito das azeitonas, o que eu já havia prometido no post supra (supra, supra mais um pouco, lá em cima) mencionado.

<< Home