Porque eu tenho um gato redondo

Ele tem compulsão alimentar. Passou fome na rua e não consegue ver a ração sem limpar o prato. Geralmente os gatos escolhem a hora das refeições e passam o dia beliscando, o certo é deixar ração à disposição e eles dificilmente comem além da conta. O Gatão perdeu essa noção. O problema é que assim como nos humanos, a obesidade em gatos pode causar doenças sérias como diabetes, problemas cardíacos, lipidose hepática (essa última mata em pouquíssimo tempo).
Como eu não estou nem um pouco interessada em perder o meu gato ou gastar horrores com tratamento e vê-lo sofrer desnecessariamente, prefiro seguir a orientação da veterinária e fazer uma dieta. Ração light em quantidade "x", calculada pela vet de acordo com o peso dele, em horários pré-determinados. O problema são os outros. Recebem a ração normal nos mesmos horários do Gatão e têm um pratinho de ração em cima da geladeira, para não serem privados de comida, ou podem acabar desenvolvendo um problema semelhante ao dele.
Como meu Redondo Gato não consegue subir na geladeira, o regime não é prejudicado. :-) E a Ricota, minha magrelinha, não corre o risco de emagrecer mais.
Resultado: de 8,5 Kg ele passou para 7,5 Kg. Em dois meses, porque se emagrecer rápido demais também pode ter lipidose hepática (é por causa dessa doença que o gato não pode ficar mais de dois dias sem comer, cuidado!).
Também tem um programa de exercícios para aumentar a flexibilidade. Ele a-do-ra aquelas bolinhas de borracha que pulam bem alto, compradas em máquina com moedinha de um Real. Corre atrás delas, rola, faz a maior bagunça. Tem ajudado. Já consegue lamber o pé e dar cambalhota :-) Aos poucos ele deixa de parecer um porquinho e começa a lembrar, vagamente, um gato.
É a criatura mais dócil e meiga que eu conheço, mas quando chega perto do horário da refeição ele fica nervoso, irritado, querendo comida, comida, comida. Chega a ameaçar fugir de casa. O Davison brinca, dizendo que ele quer ir para a rua encontrar aquela tia que dava comida para ele.
Depois que ele come, é só jogar uma bolinha que ele consegue se distrair. Semana que vem ele irá à veterinária, dra Raquel Prediger (ela é muito legal, ele a adora, por incrível que pareça), e descobriremos se já emagreceu alguma coisa.
Como vêem, vida de gato de casa nem sempre é fácil...ainda mais com donos que preferem fazer tudo para que a criaturinha não fique doente. Ou ao menos não fique mais doente do que está. Espero que em breve ele consiga lamber o bumbum e as costas :-D Os manterei atualizados dos progressos do Gatão.
PS: O Davison, meu digníssimo esposo, criou um espaço para os seus cartuns no Flickr. Promete atualizá-lo diariamente, assim que alguém der as caras por lá...risos... Quem quiser ver, Clique Aqui e divirta-se!
PS2: Dica de boa leitura: Mariana explica como escrever bem. Ela sabe o que fala.
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Ele tem compulsão alimentar. Passou fome na rua e não consegue ver a ração sem limpar o prato. Geralmente os gatos escolhem a hora das refeições e passam o dia beliscando, o certo é deixar ração à disposição e eles dificilmente comem além da conta. O Gatão perdeu essa noção. O problema é que assim como nos humanos, a obesidade em gatos pode causar doenças sérias como diabetes, problemas cardíacos, lipidose hepática (essa última mata em pouquíssimo tempo).
Como eu não estou nem um pouco interessada em perder o meu gato ou gastar horrores com tratamento e vê-lo sofrer desnecessariamente, prefiro seguir a orientação da veterinária e fazer uma dieta. Ração light em quantidade "x", calculada pela vet de acordo com o peso dele, em horários pré-determinados. O problema são os outros. Recebem a ração normal nos mesmos horários do Gatão e têm um pratinho de ração em cima da geladeira, para não serem privados de comida, ou podem acabar desenvolvendo um problema semelhante ao dele.
Como meu Redondo Gato não consegue subir na geladeira, o regime não é prejudicado. :-) E a Ricota, minha magrelinha, não corre o risco de emagrecer mais.
Resultado: de 8,5 Kg ele passou para 7,5 Kg. Em dois meses, porque se emagrecer rápido demais também pode ter lipidose hepática (é por causa dessa doença que o gato não pode ficar mais de dois dias sem comer, cuidado!).
Também tem um programa de exercícios para aumentar a flexibilidade. Ele a-do-ra aquelas bolinhas de borracha que pulam bem alto, compradas em máquina com moedinha de um Real. Corre atrás delas, rola, faz a maior bagunça. Tem ajudado. Já consegue lamber o pé e dar cambalhota :-) Aos poucos ele deixa de parecer um porquinho e começa a lembrar, vagamente, um gato.
É a criatura mais dócil e meiga que eu conheço, mas quando chega perto do horário da refeição ele fica nervoso, irritado, querendo comida, comida, comida. Chega a ameaçar fugir de casa. O Davison brinca, dizendo que ele quer ir para a rua encontrar aquela tia que dava comida para ele.
Depois que ele come, é só jogar uma bolinha que ele consegue se distrair. Semana que vem ele irá à veterinária, dra Raquel Prediger (ela é muito legal, ele a adora, por incrível que pareça), e descobriremos se já emagreceu alguma coisa.
Como vêem, vida de gato de casa nem sempre é fácil...ainda mais com donos que preferem fazer tudo para que a criaturinha não fique doente. Ou ao menos não fique mais doente do que está. Espero que em breve ele consiga lamber o bumbum e as costas :-D Os manterei atualizados dos progressos do Gatão.
PS: O Davison, meu digníssimo esposo, criou um espaço para os seus cartuns no Flickr. Promete atualizá-lo diariamente, assim que alguém der as caras por lá...risos... Quem quiser ver, Clique Aqui e divirta-se!
PS2: Dica de boa leitura: Mariana explica como escrever bem. Ela sabe o que fala.
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