Devo estar doente. Ou então extremamente estressada. Ando cansada à toa. Chego em casa exausta, caio na cama e só acordo tarde da noite ou no dia seguinte. Cansaço muscular como se tivesse carregado pedra o dia inteiro. E juro que não tenho exercido essa atividade.
Não existe a menor razão para que eu esteja tão cansada, nem tampouco extremamente estressada. No entanto, poucas coisas realmente exigem motivos lógicos para acontecer.
Incrível como somos controlados por coisinhas químicas. Um desequilíbrio em um neurotransmissor, ou na produção de algum hormônio e pronto, passamos por um turbilhão que não podemos nem compreender, quanto mais solucionar.
Ainda aposto no desequilíbrio hormonal como causa para minha atual letargia e cansaço repentino e permantente. Não importa o quanto eu durma, continuo cansada, exausta. Não tenho outra saída, o jeito é fazer peregrinação aos médicos para descobrir o que está acontecendo.
E antes que alguém lance dúvidas sobre a minha alimentação, declaro que nunca comi tão bem. Pela primeira vez presto atenção no que estou comendo, lembro de comer com uma certa frequência (quem acompanha o blog há algum tempo deve se lembrar que eu esquecia de comer e me entupia de porcarias), procuro colocar no prato os grupos de alimentos necessários, não deixo faltar proteína (que é a preocupação de todo mundo quando digo que não como mais carne), tenho evitado frituras (embora tenha me excedido em alguns almoços na faculdade), gordura hidrogenada, diminuído o açúcar refinado e a ingestão de alimentos industrializados, procurando limitar os conservantes, acidulantes, corantes e flavorizantes na medida do possível.
Mesmo assim, não vou deixar de visitar uma nutricionista, também tenho uma consulta marcada com o cardiologista, já com alguns exames a caminho, e marcarei também um neurologista. Existe uma linha tênue entre uma ser precavida e antenada e ser hipocondríaca e neurótica. Sinceramente, não sei de qual lado do pontilhado me encontro :-)
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Não existe a menor razão para que eu esteja tão cansada, nem tampouco extremamente estressada. No entanto, poucas coisas realmente exigem motivos lógicos para acontecer.
Incrível como somos controlados por coisinhas químicas. Um desequilíbrio em um neurotransmissor, ou na produção de algum hormônio e pronto, passamos por um turbilhão que não podemos nem compreender, quanto mais solucionar.
Ainda aposto no desequilíbrio hormonal como causa para minha atual letargia e cansaço repentino e permantente. Não importa o quanto eu durma, continuo cansada, exausta. Não tenho outra saída, o jeito é fazer peregrinação aos médicos para descobrir o que está acontecendo.
E antes que alguém lance dúvidas sobre a minha alimentação, declaro que nunca comi tão bem. Pela primeira vez presto atenção no que estou comendo, lembro de comer com uma certa frequência (quem acompanha o blog há algum tempo deve se lembrar que eu esquecia de comer e me entupia de porcarias), procuro colocar no prato os grupos de alimentos necessários, não deixo faltar proteína (que é a preocupação de todo mundo quando digo que não como mais carne), tenho evitado frituras (embora tenha me excedido em alguns almoços na faculdade), gordura hidrogenada, diminuído o açúcar refinado e a ingestão de alimentos industrializados, procurando limitar os conservantes, acidulantes, corantes e flavorizantes na medida do possível.
Mesmo assim, não vou deixar de visitar uma nutricionista, também tenho uma consulta marcada com o cardiologista, já com alguns exames a caminho, e marcarei também um neurologista. Existe uma linha tênue entre uma ser precavida e antenada e ser hipocondríaca e neurótica. Sinceramente, não sei de qual lado do pontilhado me encontro :-)
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