Um pouco de frio

Aqui há estações do ano. Outono chegou, o friozinho bate à porta, o sol começa a se pôr perto das seis da tarde (no verão o sol se põe lá pelas oito e meia da noite...), um ventinho melancólico nos convida a comer chocolate e a esconder nossos corpos gelados sob grossos edredons. Vontade de colocar um filminho no dvd aumenta, pena que as locadoras estejam repletas de porcarias. A faxina foi adiada hoje, mais uma vez. O frio colabora com a bagunça, que horror. Hoje é sábado, dia de lixo, um dos dias mais esperados da semana para mim. É um terror ficar com lixo orgânico acumulado, saudade da época em que eu podia colocá-lo na rua todos os dias. Agora, apenas terça, quinta e sábado.
Dizem que nos próximos dias a temperatura vai cair. Já tiramos o edredon do guarda-roupa e aguardamos, congelados, a chegada do inverno. Eu nem sei quando chega o inverno propriamente dito, mas esta vai ser a semana de comprar roupa de frio, para ficar bem preparada para enfrentar os dias gelados. Um dia me acostumo com isso.
Desculpem estar tão ausente. Não tenho escrito quase nada, tenho ficado muito pouco tempo na net, estou meio lenta, desacelerada, um tanto quanto cansada, um bocado apática. Precisando de boas noites de sono, precisando de um passeio bacana, precisando de um pouco mais de tranquilidade. É engraçado, quando o furacão começa aqui dentro, eu desacelero por fora. Fico quieta, calada, respirando fundo e esquecendo os dias. Não acompanho mais o calendário, não sei mais diferenciar a segunda da quinta, da sexta, do sábado, mal sei quando o mês começa ou quando termina. Faço listas mentais dos meus afazeres e me perco nas entrelinhas.
Mas já aprendi como as coisas funcionam comigo. Quando estou assim, dou um tempo. Fico calada, como pouco, demoro um pouco mais no banho, nos abraços, leio mais, descanso a mente, respiro fundo, faço tudo mais lentamente, respeito meus limites, ouço meu corpo, meu espírito. Converso com Deus, tomo bastante água, durmo um pouco mais, tento domar minha pressa. Daqui a alguns dias, volto ao normal, sem stress, sem ter nenhum tipo de troço.
Tenho tirado esses dias para, dentro dos limites que a rotina enlouquecida da vida me permite (essa semana foi corrida), desacelerar. Tem dado certo. Fazer compras de inverno devem ajudar, também. Não gasto muito em roupas, gosto de pesquisar, de procurar, de desenterrar peças boas, bonitas e baratas. Demora, não é fácil, mas é bastante divertido e dá um alívio e tanto ver que você fez boas compras gastando tão pouco, por seu próprio esforço. Eu tenho minhas formas estranhas de me sentir bem.
A propósito, experimentem: o chocolate mais gostoso do mundo, Choco Soy, da Olvebra (não estou ganhando nada pela propaganda...risos...). É à base de soja não-transgênica, mas não espere sentir gosto de soja. Eu até gosto do gosto da soja, mas esse realmente não tem. Aliás, ele é o chocolate "não tem". Não tem glúten, não tem lactose, não tem gordura hidrogenada. Feito com açúcar demerara orgânico, não aumenta minha glicose o suficiente para me tirar de crises de hipoglicemia, mas dá aquele gostinho de doce que gosto de sentir, sem as complicações da lactose. É uma opção mais saudável e que não me faz mal, de jeito nenhum. Se você tem intolerância à lactose ou simplesmente quer um chocolate muuuuuito gostoso, experimente. O de barrinha é bem mais doce do que o que vem em formato de bombom. E se você tiver sorte, ainda pega um ovo de páscoa deles à venda. Nós compramos três.
Só para garantir altos níveis estáveis de serotonina. :)

Aqui há estações do ano. Outono chegou, o friozinho bate à porta, o sol começa a se pôr perto das seis da tarde (no verão o sol se põe lá pelas oito e meia da noite...), um ventinho melancólico nos convida a comer chocolate e a esconder nossos corpos gelados sob grossos edredons. Vontade de colocar um filminho no dvd aumenta, pena que as locadoras estejam repletas de porcarias. A faxina foi adiada hoje, mais uma vez. O frio colabora com a bagunça, que horror. Hoje é sábado, dia de lixo, um dos dias mais esperados da semana para mim. É um terror ficar com lixo orgânico acumulado, saudade da época em que eu podia colocá-lo na rua todos os dias. Agora, apenas terça, quinta e sábado.
Dizem que nos próximos dias a temperatura vai cair. Já tiramos o edredon do guarda-roupa e aguardamos, congelados, a chegada do inverno. Eu nem sei quando chega o inverno propriamente dito, mas esta vai ser a semana de comprar roupa de frio, para ficar bem preparada para enfrentar os dias gelados. Um dia me acostumo com isso.
Desculpem estar tão ausente. Não tenho escrito quase nada, tenho ficado muito pouco tempo na net, estou meio lenta, desacelerada, um tanto quanto cansada, um bocado apática. Precisando de boas noites de sono, precisando de um passeio bacana, precisando de um pouco mais de tranquilidade. É engraçado, quando o furacão começa aqui dentro, eu desacelero por fora. Fico quieta, calada, respirando fundo e esquecendo os dias. Não acompanho mais o calendário, não sei mais diferenciar a segunda da quinta, da sexta, do sábado, mal sei quando o mês começa ou quando termina. Faço listas mentais dos meus afazeres e me perco nas entrelinhas.
Mas já aprendi como as coisas funcionam comigo. Quando estou assim, dou um tempo. Fico calada, como pouco, demoro um pouco mais no banho, nos abraços, leio mais, descanso a mente, respiro fundo, faço tudo mais lentamente, respeito meus limites, ouço meu corpo, meu espírito. Converso com Deus, tomo bastante água, durmo um pouco mais, tento domar minha pressa. Daqui a alguns dias, volto ao normal, sem stress, sem ter nenhum tipo de troço.
Tenho tirado esses dias para, dentro dos limites que a rotina enlouquecida da vida me permite (essa semana foi corrida), desacelerar. Tem dado certo. Fazer compras de inverno devem ajudar, também. Não gasto muito em roupas, gosto de pesquisar, de procurar, de desenterrar peças boas, bonitas e baratas. Demora, não é fácil, mas é bastante divertido e dá um alívio e tanto ver que você fez boas compras gastando tão pouco, por seu próprio esforço. Eu tenho minhas formas estranhas de me sentir bem.
A propósito, experimentem: o chocolate mais gostoso do mundo, Choco Soy, da Olvebra (não estou ganhando nada pela propaganda...risos...). É à base de soja não-transgênica, mas não espere sentir gosto de soja. Eu até gosto do gosto da soja, mas esse realmente não tem. Aliás, ele é o chocolate "não tem". Não tem glúten, não tem lactose, não tem gordura hidrogenada. Feito com açúcar demerara orgânico, não aumenta minha glicose o suficiente para me tirar de crises de hipoglicemia, mas dá aquele gostinho de doce que gosto de sentir, sem as complicações da lactose. É uma opção mais saudável e que não me faz mal, de jeito nenhum. Se você tem intolerância à lactose ou simplesmente quer um chocolate muuuuuito gostoso, experimente. O de barrinha é bem mais doce do que o que vem em formato de bombom. E se você tiver sorte, ainda pega um ovo de páscoa deles à venda. Nós compramos três.
Só para garantir altos níveis estáveis de serotonina. :)

<< Home