Marco Hist(ó/é)rico

Fiz minha primeira gelatina. Mas não bastava ser apenas uma gelatina. Dave me contara, alguns dias antes, da gelatina mais legal que já comeu. Era feita em camadas, diversos sabores, super colorida. Resolvi testar. Comprei algumas caixas de gelatina, de sabores diferentes. Abacaxi, limão, framboesa, uva e morango. Deixei a caixinha de morango de lado e separei as outras.
Desconfiei que seria um trabalho de jegue ao deixar endurecer o de abacaxi.
Não, não, não!! Teria que deixar endurecer um por um antes de colocar o novo sabor em cima. Descobri por que nunca mais fizeram a tal gelatina "legal" para o Dave, apenas uma vez em toda a sua vida. É um saco. Muito mais fácil fazer uma gelatina monocromática, com apenas um sabor, como as pessoas normais fazem.
Eu não sou uma pessoa normal. Fiz gelatina de abacaxi. Esperei solidificar. Fiz gelatina de framboesa. Mais alguns infindáveis conjuntos de vinte minutos no congelador para solidificar direito. Depois, lá fui eu, gelatina de limão. Mesmo processo.
Mas difícil era conseguir lavar e arrancar aquelas bolinhas de gelatina que grudavam no fundo da panela, porque não disponho de muitos utensílios domésticos nesta cozinha, tive que me virar com o que tenho por aqui. Por último, a de uva. E esperar tudo virar uma verdadeira gelatina. Tive alguns problemas, por exemplo, a framboesa do pote grande (que não fotografei) ainda não havia solidificado completamente e eu acabei fazendo um lago de gelatina de limão no meio da camada de framboesa. Gelatinas do ofício.
No final das contas, passei o dia inteiro (e a noite) fazendo gelatina. Valeu pela cara de felicidade do Dave que, como a maioria dos homens, não passa de uma criança crescida. Só não gostei da de abacaxi, dispenso, para a próxima vez. Falando em próxima vez, quando resolver fazer um troço colorido desses, vou separar uns dois dias, para não me sentir escrava de gelatinas.
Nunca gostei muito de gelatina, mas comecei a comer diariamente, há pouco tempo, após ler as maravilhas que ela faz por nossa pele. Estimula a fabricação de colágeno, se não me engano, bem, alguma coisa legal ela faz com o colágeno e eu preciso manter-me jovem (sim, nunca mais pego sol na vida) porque Dave quase parece mais novo do que eu e se não me cuidar, acabaremos com esse "quase" rapidinho.
Enfim, pouco sol, muita água, gelatina, vitaminas e a pobre Vanessa sofrendo um monte para conseguir manter a pele jovem e o cérebro ágil, para não parecer avó de seu próprio marido. O que é a vida, o que é a vida...
Vamos lá, repor o colágeno, aminoácidos, ajudar na saúde da pele, ossos e cartilagens que comer gelatina, além de gostoso, é saudável!!
A propósito, eu não gostava de gelatina por causa daquela camada borrachuda que ficava no fundo do pote. Era frescura mesmo. E eu não vi a tal camada borrachuda desta vez. Talvez as gelatinas modernas estejam mais bem equipadas para evitar essas coisinhas esquisitas. Ou foi pura sorte, talvez.
Vontade de escrever compulsivamente. Aumentei novamente a fonte do blog porque ontem eu não estava conseguindo ler meus próprios posts. Não sei quanto a vocês (aliás, sei, ninguém reclamou- além do Alec...risos..), mas meus olhos estavam meio preguiçosos ontem. Acho que a gelatina não faz tantos milagres. Ao menos para a vista, acabo de confirmar, ela não funciona bem.
PS: Ontem foi aniversário de outro sobrinho, o Paulinho, filho do meu irmão. Fez dois aninhos. É uma criança esperta e alegre. Duvido muito que o Junior tenha costume de vir a este blog, como a Naurinha, "a primogênita", que deixou recado no dia em que comentei do aniversário do filho dela, o Juninho. De qualquer forma, fica aqui registrado que não esqueci e que estou morrendo de vontade de rever esse bebê, assim como os outros, de quem a titia aqui sente tanta falta. Parabéns, gurizinho.
PS2: Esse cara é tudo! Sou uma de suas primeiras leitoras, conheci o blog no mês em que começou, Abril de 2003. E já nasceu com cara de adulto, ganhando os leitores pela boa literatura. Esperei dias e dias por um novo post, que finalmente veio. Otimista como sou, tenho certeza de que a partir de agora aquele blog pega no tranco de novo, e volta a nos brindar com os textos criativos e alucinados de Edmund Bonaparte.

Fiz minha primeira gelatina. Mas não bastava ser apenas uma gelatina. Dave me contara, alguns dias antes, da gelatina mais legal que já comeu. Era feita em camadas, diversos sabores, super colorida. Resolvi testar. Comprei algumas caixas de gelatina, de sabores diferentes. Abacaxi, limão, framboesa, uva e morango. Deixei a caixinha de morango de lado e separei as outras.
Desconfiei que seria um trabalho de jegue ao deixar endurecer o de abacaxi.
Não, não, não!! Teria que deixar endurecer um por um antes de colocar o novo sabor em cima. Descobri por que nunca mais fizeram a tal gelatina "legal" para o Dave, apenas uma vez em toda a sua vida. É um saco. Muito mais fácil fazer uma gelatina monocromática, com apenas um sabor, como as pessoas normais fazem.
Eu não sou uma pessoa normal. Fiz gelatina de abacaxi. Esperei solidificar. Fiz gelatina de framboesa. Mais alguns infindáveis conjuntos de vinte minutos no congelador para solidificar direito. Depois, lá fui eu, gelatina de limão. Mesmo processo.
Mas difícil era conseguir lavar e arrancar aquelas bolinhas de gelatina que grudavam no fundo da panela, porque não disponho de muitos utensílios domésticos nesta cozinha, tive que me virar com o que tenho por aqui. Por último, a de uva. E esperar tudo virar uma verdadeira gelatina. Tive alguns problemas, por exemplo, a framboesa do pote grande (que não fotografei) ainda não havia solidificado completamente e eu acabei fazendo um lago de gelatina de limão no meio da camada de framboesa. Gelatinas do ofício.
No final das contas, passei o dia inteiro (e a noite) fazendo gelatina. Valeu pela cara de felicidade do Dave que, como a maioria dos homens, não passa de uma criança crescida. Só não gostei da de abacaxi, dispenso, para a próxima vez. Falando em próxima vez, quando resolver fazer um troço colorido desses, vou separar uns dois dias, para não me sentir escrava de gelatinas.
Nunca gostei muito de gelatina, mas comecei a comer diariamente, há pouco tempo, após ler as maravilhas que ela faz por nossa pele. Estimula a fabricação de colágeno, se não me engano, bem, alguma coisa legal ela faz com o colágeno e eu preciso manter-me jovem (sim, nunca mais pego sol na vida) porque Dave quase parece mais novo do que eu e se não me cuidar, acabaremos com esse "quase" rapidinho.
Enfim, pouco sol, muita água, gelatina, vitaminas e a pobre Vanessa sofrendo um monte para conseguir manter a pele jovem e o cérebro ágil, para não parecer avó de seu próprio marido. O que é a vida, o que é a vida...
Vamos lá, repor o colágeno, aminoácidos, ajudar na saúde da pele, ossos e cartilagens que comer gelatina, além de gostoso, é saudável!!
A propósito, eu não gostava de gelatina por causa daquela camada borrachuda que ficava no fundo do pote. Era frescura mesmo. E eu não vi a tal camada borrachuda desta vez. Talvez as gelatinas modernas estejam mais bem equipadas para evitar essas coisinhas esquisitas. Ou foi pura sorte, talvez.
Vontade de escrever compulsivamente. Aumentei novamente a fonte do blog porque ontem eu não estava conseguindo ler meus próprios posts. Não sei quanto a vocês (aliás, sei, ninguém reclamou- além do Alec...risos..), mas meus olhos estavam meio preguiçosos ontem. Acho que a gelatina não faz tantos milagres. Ao menos para a vista, acabo de confirmar, ela não funciona bem.
PS: Ontem foi aniversário de outro sobrinho, o Paulinho, filho do meu irmão. Fez dois aninhos. É uma criança esperta e alegre. Duvido muito que o Junior tenha costume de vir a este blog, como a Naurinha, "a primogênita", que deixou recado no dia em que comentei do aniversário do filho dela, o Juninho. De qualquer forma, fica aqui registrado que não esqueci e que estou morrendo de vontade de rever esse bebê, assim como os outros, de quem a titia aqui sente tanta falta. Parabéns, gurizinho.
PS2: Esse cara é tudo! Sou uma de suas primeiras leitoras, conheci o blog no mês em que começou, Abril de 2003. E já nasceu com cara de adulto, ganhando os leitores pela boa literatura. Esperei dias e dias por um novo post, que finalmente veio. Otimista como sou, tenho certeza de que a partir de agora aquele blog pega no tranco de novo, e volta a nos brindar com os textos criativos e alucinados de Edmund Bonaparte.

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