Aviso na Madrugada
Engraçado, cheguei em casa cansadíssima, mas não consegui desligar até agora. Ando elétrica, elétrica, elétrica, ligada na tomada. Terrível. Comprei um calmantezinho fitoterápico porque realmente estava agitada demais. O mais legal é que o troço funciona tão bem que nem precisei tomar. Foi só comprar e começou a fazer efeito...risos... fui acalmando, acalmando...
Mas aí, Vanessa chega em casa depois de caminhar léguas e léguas, com as pernas gritando, desesperadas (coitadas), alimenta os gatos, deita na cama, liga o computador e... não dorme. Estou com trocentos textos nos cadernos querendo ser passados para um meio menos jurássico e procrastinei. Amanhã faço tudo o que não fiz hoje, prometo.
Na verdade, eu não tinha muito o que escrever hoje, até porque é a vigésima vez que digo que vou dormir, está tarde e eu estou cansada demais (embora não pareça, eu sei que estou) e meu digníssimo marido está desmaiado aos meus pés (seria romântico, se não fosse literal. A vantagem de ter uma cama monstro-size é que pode-se deitar no comprimento, na largura ou na diagonal e o Davison não gosta muito de seguir padrões pré-estabelecidos, como deitar no sentido convencional do comprimento da cama).
Meu interesse em incomodá-los de madrugada é única e exclusivamente para avisar que dois blogs muito bem escritos e especiais há muito esquecidos por seus cruéis donos (seres extremamente talentosos, inteligentes e relapsos que gostam de torturar indefesas criancinhas), estão atualizados (só Deus sabe até quando):
O Diário de um Lunático, do Davison, meu escritor preferido e - por uma terrível coincidência - meu marido. Não preciso me alongar demais nas explicações sobre o Davison, o Diário e Edmund. Gosto absolutamente do estilo próprio do personagem, assim como também gosto dos textos do Davison sem o Edmund. O Diário nos transporta para outro mundo, literalmente, e foi o maior responsável por eu ter me embasbacado tanto pelo cérebro de seu criador.
De Ponta Cabeça, da Mariana, cujo mérito maior é ser uma ótima escritora, ter um texto maravilhoso e uma capacidade de raciocínio incrível até mesmo para uma criatura de trinta e poucos anos. Desnecessário dizer idade. A Mariana não é ótima apenas por ter doze anos e escrever melhor do que a maioria dos adultos que conheço, mas porque é mesmo.
Engraçado, cheguei em casa cansadíssima, mas não consegui desligar até agora. Ando elétrica, elétrica, elétrica, ligada na tomada. Terrível. Comprei um calmantezinho fitoterápico porque realmente estava agitada demais. O mais legal é que o troço funciona tão bem que nem precisei tomar. Foi só comprar e começou a fazer efeito...risos... fui acalmando, acalmando...
Mas aí, Vanessa chega em casa depois de caminhar léguas e léguas, com as pernas gritando, desesperadas (coitadas), alimenta os gatos, deita na cama, liga o computador e... não dorme. Estou com trocentos textos nos cadernos querendo ser passados para um meio menos jurássico e procrastinei. Amanhã faço tudo o que não fiz hoje, prometo.
Na verdade, eu não tinha muito o que escrever hoje, até porque é a vigésima vez que digo que vou dormir, está tarde e eu estou cansada demais (embora não pareça, eu sei que estou) e meu digníssimo marido está desmaiado aos meus pés (seria romântico, se não fosse literal. A vantagem de ter uma cama monstro-size é que pode-se deitar no comprimento, na largura ou na diagonal e o Davison não gosta muito de seguir padrões pré-estabelecidos, como deitar no sentido convencional do comprimento da cama).
Meu interesse em incomodá-los de madrugada é única e exclusivamente para avisar que dois blogs muito bem escritos e especiais há muito esquecidos por seus cruéis donos (seres extremamente talentosos, inteligentes e relapsos que gostam de torturar indefesas criancinhas), estão atualizados (só Deus sabe até quando):
O Diário de um Lunático, do Davison, meu escritor preferido e - por uma terrível coincidência - meu marido. Não preciso me alongar demais nas explicações sobre o Davison, o Diário e Edmund. Gosto absolutamente do estilo próprio do personagem, assim como também gosto dos textos do Davison sem o Edmund. O Diário nos transporta para outro mundo, literalmente, e foi o maior responsável por eu ter me embasbacado tanto pelo cérebro de seu criador.
De Ponta Cabeça, da Mariana, cujo mérito maior é ser uma ótima escritora, ter um texto maravilhoso e uma capacidade de raciocínio incrível até mesmo para uma criatura de trinta e poucos anos. Desnecessário dizer idade. A Mariana não é ótima apenas por ter doze anos e escrever melhor do que a maioria dos adultos que conheço, mas porque é mesmo.

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