Thursday, March 17, 2005

Update

No dia 04 de fevereiro postei algo sobre roubo de textos na internet, agora volto ao assunto. Acabei de descobrir outro roubo...ah, Senhor, que coisa séria. É o texto que circula por aí, sem autoria, com o nome de "Versões para a história da chapeuzinho vermelho", sobre como seria contada a história da chapeuzinho vermelho, pela mídia. Engraçadíssimo, o texto começa assim:

"CLAUDIA:Como chegar na casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho
NOVADez maneiras de levar um lobo à loucura na cama
MARIE-CLAIRE"Na cama com um lobo e minha avó", relato de quem passou por essa experiência"


O texto foi originalmente publicado no site Sub Rosa, é só rolar a página, está datado do dia 06 de Outubro de 2002. O autor é o jornalista Tom Taborda (não, ele não tem blog. Mas existe, mesmo assim :)), dono de um talento incontestável (como as três outras escritoras citadas em meus outros posts, que também já tiveram a infelicidade de virar spam) e que merece ter seu trabalho respeitado.

Portanto, anote aí: além de não repassar texto sem créditos e sempre checar a autoria do que você recebe, caso chegue às suas mãos um texto sobre o diário de uma dieta com um frango dançarino de Can-Can, avise que a autora é Patrícia Daltro, do http://acriaturaeamoca.blogspot.com, se chegar o texto sobre o outdoor da academia Runner com o final "Runner, querida, prefiro ser baleia", credite à Gabi, do http://elburgente.weblogger.com.br/ e se você receber um texto sobre as várias versões da mídia sobre a história da chapeuzinho vermelho, avise que o autor é o jornalista Tom Taborda (ainda que sem link, ele merece ser respeitado :)).

Sim, os textos são fantásticos, por isso mesmo devemos respeitar seus autores. Dizer que um texto não tem autor é mentira, atribuir a autoria a outra pessoa, é roubo. Repassar texto sem autor ou roubado, é conivência.