Thursday, June 21, 2007

Três Anos!!!



Alguém acredita que fizemos três anos de casados hoje? Ao mesmo tempo em que o casamento parece super novinho, também tenho a impressão de conviver com o Davison desde que eu nasci. Não lembro de como eu era ou como era a minha vida antes de ele aparecer, e nem quero me esforçar para lembrar. Tudo o que sei é que valeu a pena esperar por ele, valeu a pena pedir a Deus que encontrasse a pessoa certa para mim, valeu a pena vir a Porto Alegre, tem valido cada minuto.

A convivência entre duas pessoas nunca é fácil, nesses três anos brigamos algumas vezes, nos desentendemos, fizemos as pazes, descobrimos novas afinidades, construímos outras, conversamos muito e a cada dia conhecemos mais sobre o outro. Itens indispensáveis são interesses em comum, amizade, companheirismo, amor e vontade de fazer dar certo para sempre, ainda que o mundo inteiro me condene por essa afirmação. Hoje em dia é crime dizer "para sempre" quando se entra em um casamento. Acabamos dizendo escondido, entre quatro paredes, com medo de que alguém nos chame de malucos ou de ingênuos.

Quebro todas as minhas regras ao escrever esse post, eu não deveria falar de amor. Mas hoje é impossível, por favor, finjam que não leram. Essa palavra infame entrou em minha vida há três anos e meio e tem se mantido, cada vez mais forte, na saúde, na doença, na alegria, na tristeza. Não tenho medo de afirmar que é para sempre, não tenho medo de afirmar que será o único. É uma das poucas decisões definitivas que tomei na vida. Por isso, temos muito a comemorar. Passamos, em três anos, por coisas que muitos casais não passam em vinte. E sinto-me comemorando nossas bodas de prata, com toda a paz que o amor pode trazer.

Não me sinto muito à vontade falando disso aqui, por razões já elencadas nesta crônica (clique para ler). Porém, hoje é inevitável. Fico pateticamente emocional, é mais forte do que eu.



PS: Davison, obrigada por tudo o que você tem sido em minha vida, e por ter me ensinado uma nova e mágica forma de ver as coisas. Nosso mundo é o único lugar em que eu queria estar hoje. E poderia permanecer nele 24 horas por dia, se não fôssemos obrigados a sair de casa e viver em sociedade...risos...



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