Oi
Estou atualizando a coluna da Paradoxo hoje (ver post anterior) após quatro dias de inúteis tentativas. Tudo conspirou contra mim esta semana. Felizmente, consegui publicar antes que fosse tarde demais. Afinal de contas, sábado não é domingo.
Tenho lutado contra minha própria desorganização, a capacidade incrível que eu tenho de conseguir organizar a vida e os compromissos alheios e me embananar terrivelmente com as minhas coisas. Não digo que não tenho tempo, eu devo ter, porque existe gente com muito mais compromissos diários do que eu e que ainda conseguem tempo para fazer outras coisas. Tempo eu tenho, mas não consigo organizá-lo decentemente, de forma produtiva.
Me perco nas coisas que devo fazer, nas que deveria ter feito e nas que queria poder fazer em um futuro próximo ou distante. Tenho sido escrava de mim, escrava da agenda, escrava do tempo, escrava do caos. Sempre esperando o depois, o momento em que poderei fazer o que venho adiando há tanto tempo, um ou outro instante em que o tempo se distrai e consigo fazer o que realmente gosto. Como agora, em que aproveito o computador da casa do meu sogro, entre publicar a crônica atrasada e a instalação que o Davison quer fazer de um novo programa de segurança.
E estou sempre correndo, sempre despistando o tempo e a agenda, imaginando as respostas que escreverei aos emails atrasados, imaginando tantos outros que preciso escrever. Minha conexão está tendo piripaques desde quinta, o tempo continua a passar e a agenda não dá trégua.
Abandonei a agenda virtual que me mandava compromissos via email porque não consigo mais checar a caixa de entrada diariamente. Porém, como não cancelei o serviço, sempre que olho meu correio eletrônico, deparo-me com vários emails dizendo "não há compromissos para o dia de hoje". Quem me dera. O programa tira sarro da minha cara, me lançando uma realidade paralela que ignora tudo aquilo que tenho a fazer.
Felizmente ainda posso escapar para um lugar vazio dentro da minha cabeça (o quê? Você achava que não havia lugar vazio dentro da minha cabeça? hahahaha...nem te conto!) e descansar um pouco por lá, nas entrelinhas, enquanto penso em uma forma de ser várias.
Estou atualizando a coluna da Paradoxo hoje (ver post anterior) após quatro dias de inúteis tentativas. Tudo conspirou contra mim esta semana. Felizmente, consegui publicar antes que fosse tarde demais. Afinal de contas, sábado não é domingo.
Tenho lutado contra minha própria desorganização, a capacidade incrível que eu tenho de conseguir organizar a vida e os compromissos alheios e me embananar terrivelmente com as minhas coisas. Não digo que não tenho tempo, eu devo ter, porque existe gente com muito mais compromissos diários do que eu e que ainda conseguem tempo para fazer outras coisas. Tempo eu tenho, mas não consigo organizá-lo decentemente, de forma produtiva.
Me perco nas coisas que devo fazer, nas que deveria ter feito e nas que queria poder fazer em um futuro próximo ou distante. Tenho sido escrava de mim, escrava da agenda, escrava do tempo, escrava do caos. Sempre esperando o depois, o momento em que poderei fazer o que venho adiando há tanto tempo, um ou outro instante em que o tempo se distrai e consigo fazer o que realmente gosto. Como agora, em que aproveito o computador da casa do meu sogro, entre publicar a crônica atrasada e a instalação que o Davison quer fazer de um novo programa de segurança.
E estou sempre correndo, sempre despistando o tempo e a agenda, imaginando as respostas que escreverei aos emails atrasados, imaginando tantos outros que preciso escrever. Minha conexão está tendo piripaques desde quinta, o tempo continua a passar e a agenda não dá trégua.
Abandonei a agenda virtual que me mandava compromissos via email porque não consigo mais checar a caixa de entrada diariamente. Porém, como não cancelei o serviço, sempre que olho meu correio eletrônico, deparo-me com vários emails dizendo "não há compromissos para o dia de hoje". Quem me dera. O programa tira sarro da minha cara, me lançando uma realidade paralela que ignora tudo aquilo que tenho a fazer.
Felizmente ainda posso escapar para um lugar vazio dentro da minha cabeça (o quê? Você achava que não havia lugar vazio dentro da minha cabeça? hahahaha...nem te conto!) e descansar um pouco por lá, nas entrelinhas, enquanto penso em uma forma de ser várias.
Labels: Comentários despretensiosos sem a menor aplicação prática, conversando com o leitor, Divagações sobre meu umbigo e sua importância para o universo., Lamentações entre vírgulas, postagens inúteis sem assunto algum

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