Sinal de vida
Alguém acredita que fiquei dez dias sem escrever absolutamente nada neste lugar??? E alguém deve ter notado também que semana passada não teve coluna na Paradoxo. Pois é, a semana foi tão maluca, com direito a desmaio ao longo do percurso. Mas agora estou bem.
Meu cabelo está crescendo feito mato e já tive que cortar mais um pouquinho. Ele é do contra. Quando eu quero que ele cresça, não cresce. Quando quero curtir um pouco mais o comprimento, ele desanda a crescer. Eu hein! Mas não reclamo, daqui a pouco vai ter gente falando que eu reclamo de tudo. Intriga da oposição, não reclamo de nada.
O tempo anda passando rápido demais, é só para mim? Estamos quase no final do mês, daqui a pouco já é natal... estou tentando me habituar ao verão de Porto Alegre. Alguém vai dizer que eu já deveria estar acostumada a calor, tendo nascido no Mato Grosso do Sul. Bem, vamos por partes.
A impressão que eu tenho é que tem um buraco na camada de ozônio exatamente em cima de Porto Alegre. Parece que o sol aqui fica mais perto da pele da gente do que lá em Campo Grande. Domingo, em um churrasco, sob a sombra de uma árvore, com o Davison, mais três gaúchos e suas gaúchas e eu, somente eu, apenas eu fiquei com os ombros vermelhos.
Claro que não foram só os ombros, é óbvio, estou com áreas vermelhas intercaladas com áreas branco-escuras, intercaladas com áreas brancas. Tricolor! Não ficou listradinho como daquela vez da praia no Rio, nem tão vermelho, mas ficou estranho.
Para completar, ontem caminhei durante dois minutos para pegar um táxi (entupida de filtro solar) e intensifiquei meu bronze cereja. O sol desta cidade não respeita nem um FPS 30!!!
Agora, algumas áreas que estavam mais vermelhas estão em um belo tom de branco sujo, que não pode nem ser considerado um bronzeado. E as pernas, branquíssimas, quase verdes, porque eu estava de calça jeans.
É, eu vou a churrascos de calça jeans para comer queijo derretido, salada, pão francês temperado e assado (domingo não teve isso), o que tiver por lá. Dificilmente como carne, ela tem de estar muito macia, sem gordura e muuuito bem passada e isso quase não existe nesta terra, então prefiro ficar na salada, nas massas e no que mais tiver por perto.
Existe a lenda de que sou chata para comer, é mentira. Novamente, intriga da oposição. Eu como bem. Só não como peixe, frutos do mar, porco e derivados de porco, são minhas únicas restrições. De resto, não sou fã de leite, como pouca carne e pouco frango (menos ainda, acho). Mas não são apenas esses alimentos que existem no mundo! No entanto, isso já é o suficiente para que me difamem por aí.
Ah, finalmente consegui fazer a tal da baliza sem a ajuda de um adulto! Êêê! E marquei mais umas aulas para o final da semana, para ganhar mais segurança e fazer a prova semana que vem. Eu os manterei informados, prometo.
Bem, passei aqui só para dar um sinal de vida, agora preciso salvar as louças na pia, parece que estão sofrendo alguma intervenção felina. Volto mais tarde com alguma coisa realmente útil para dizer.
.
PS: Tá, peraí, reli o post agora. Primeiro falo que desmaiei, depois falo de comida. Antes que alguém pense bobagem, o desmaio não teve nada a ver com comida (ou falta de), eu desmaio muito raramente, mas só em situações angustiantes de stress (a última vez tinha sido durante a cirurgia de castração de uma chiuaua de 15 anos. Não por causa do sangue, nem nada, mas porque ela tinha recebido uma dose pequena de anestesia - pela idade- e estava começando a acordar, sentindo dor, no meio da cirurgia. Claro que o vet estava para lhe dar mais um pouquinho, mas eu fiquei angustiada e...desliguei :)). Adrenalina em excesso é veneno, não nos damos lá muito bem. Mas deixemos o desmaio para um próximo post, só queria esclarecer. ;)
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Alguém acredita que fiquei dez dias sem escrever absolutamente nada neste lugar??? E alguém deve ter notado também que semana passada não teve coluna na Paradoxo. Pois é, a semana foi tão maluca, com direito a desmaio ao longo do percurso. Mas agora estou bem.
Meu cabelo está crescendo feito mato e já tive que cortar mais um pouquinho. Ele é do contra. Quando eu quero que ele cresça, não cresce. Quando quero curtir um pouco mais o comprimento, ele desanda a crescer. Eu hein! Mas não reclamo, daqui a pouco vai ter gente falando que eu reclamo de tudo. Intriga da oposição, não reclamo de nada.
O tempo anda passando rápido demais, é só para mim? Estamos quase no final do mês, daqui a pouco já é natal... estou tentando me habituar ao verão de Porto Alegre. Alguém vai dizer que eu já deveria estar acostumada a calor, tendo nascido no Mato Grosso do Sul. Bem, vamos por partes.
A impressão que eu tenho é que tem um buraco na camada de ozônio exatamente em cima de Porto Alegre. Parece que o sol aqui fica mais perto da pele da gente do que lá em Campo Grande. Domingo, em um churrasco, sob a sombra de uma árvore, com o Davison, mais três gaúchos e suas gaúchas e eu, somente eu, apenas eu fiquei com os ombros vermelhos.
Claro que não foram só os ombros, é óbvio, estou com áreas vermelhas intercaladas com áreas branco-escuras, intercaladas com áreas brancas. Tricolor! Não ficou listradinho como daquela vez da praia no Rio, nem tão vermelho, mas ficou estranho.
Para completar, ontem caminhei durante dois minutos para pegar um táxi (entupida de filtro solar) e intensifiquei meu bronze cereja. O sol desta cidade não respeita nem um FPS 30!!!
Agora, algumas áreas que estavam mais vermelhas estão em um belo tom de branco sujo, que não pode nem ser considerado um bronzeado. E as pernas, branquíssimas, quase verdes, porque eu estava de calça jeans.
É, eu vou a churrascos de calça jeans para comer queijo derretido, salada, pão francês temperado e assado (domingo não teve isso), o que tiver por lá. Dificilmente como carne, ela tem de estar muito macia, sem gordura e muuuito bem passada e isso quase não existe nesta terra, então prefiro ficar na salada, nas massas e no que mais tiver por perto.
Existe a lenda de que sou chata para comer, é mentira. Novamente, intriga da oposição. Eu como bem. Só não como peixe, frutos do mar, porco e derivados de porco, são minhas únicas restrições. De resto, não sou fã de leite, como pouca carne e pouco frango (menos ainda, acho). Mas não são apenas esses alimentos que existem no mundo! No entanto, isso já é o suficiente para que me difamem por aí.
Ah, finalmente consegui fazer a tal da baliza sem a ajuda de um adulto! Êêê! E marquei mais umas aulas para o final da semana, para ganhar mais segurança e fazer a prova semana que vem. Eu os manterei informados, prometo.
Bem, passei aqui só para dar um sinal de vida, agora preciso salvar as louças na pia, parece que estão sofrendo alguma intervenção felina. Volto mais tarde com alguma coisa realmente útil para dizer.
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PS: Tá, peraí, reli o post agora. Primeiro falo que desmaiei, depois falo de comida. Antes que alguém pense bobagem, o desmaio não teve nada a ver com comida (ou falta de), eu desmaio muito raramente, mas só em situações angustiantes de stress (a última vez tinha sido durante a cirurgia de castração de uma chiuaua de 15 anos. Não por causa do sangue, nem nada, mas porque ela tinha recebido uma dose pequena de anestesia - pela idade- e estava começando a acordar, sentindo dor, no meio da cirurgia. Claro que o vet estava para lhe dar mais um pouquinho, mas eu fiquei angustiada e...desliguei :)). Adrenalina em excesso é veneno, não nos damos lá muito bem. Mas deixemos o desmaio para um próximo post, só queria esclarecer. ;)
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