A Moça Transparente
Ontem conheci a Blanda. Ela passou aqui com a prima, Carol, e fomos conversar em um dos quiosques da Lagoa. Posso dizer que ela é bem mais bonita pessoalmente, o que deve ser tomado como um elogio à sua aparência e não uma ofensa às suas fotos.
Branca. Muito branca. Mas ao mesmo tempo ela não é só branca, daquelas que dão reflexo ao sol. É transparente, os cabelos naturalmente loiros, lisos, os olhos azuis. Simpática, alegre, daquele tipo de alegria que contagia quem está por perto. Falando de amor, de futuro, de relacionamento feliz, lembro de certa vez ter lido um post em que ela descrevia um final de tarde com o namorado, comendo pizza em casa, programa caseiro, romântico, feliz. Lembro do meu comentário: "Também quero". Ela me garantia que em breve eu encontraria alguém com quem pudesse dividir momentos felizes. Eu não acreditava.
Delicada, super para cima, é exatamente a mesma amiga com quem converso há dois anos, por e-mail, yahoo messenger, blogs e telefone.
Aquela mesma que teve que ouvir minhas crises de medo do desconhecido quando fui a Porto Alegre e que me deu a maior força, o tempo inteiro. Que disse para eu aproveitar e deixar para pensar e me preocupar só quando voltasse a Campo Grande.
A mesma amiga que dividiu comigo a alegria do casamento, enquanto eu fazia baby-liss, vinte minutos antes de chegar no cartório. Conversamos ao telefone, sem saber quando voltaríamos a nos falar.
A mesma amiga a quem eu dei detalhes da lua-de-mel, com quem dei bastante risada, a quem dei apoio nos momentos em que ela estava longe do namorado, triste. Aliás, ela também me apoiava quando era eu quem estava sofrendo de saudade, por estar longe do Dave.
Foi minha primeira leitora do vansblog, fora do círculo hiper-restrito do news do Uol, que foi de onde eu surgi. Eu nem sabia que ela lia.
Resolvi fazer um breve hiatus, disse que mudaria de endereço (nessa época estava fazendo testes no blogspot e no weblogger) e falei que era para quem quisesse continuar lendo o que eu escrevia me mandar um e-mail que eu passaria o endereço novo, assim que estivesse tudo certo. Minha intenção era afastar os stalkers importados do news e sair do hpg para um lugar que tivesse estrutura para blogs.
Então apareceu o e-mail de uma tal de Blanda. Achei que fosse algum dos garotos do news tentando me enganar, desconfiada, como sempre. Mas tinha um link, e um blog bem escrito, a menina era jornalista e o blog já tinha alguns meses. Parecia incrível, mas realmente alguém que não me conhecia lia meu blog e gostava do que eu escrevia. Isso foi em 2002. Algum tempo de conversa depois, ela me mandou uma foto.
Não é como eu, que obrigo meus pobres leitores a verem minha cara em cada post. Ela é discreta. Não há fotos suas em seu blog. Mas há fotos suas no Orkut, ela não é assim tão paranóica. E a gente já trocou milhares de fotos, desde então. Tenho uma pasta só com as fotos dela em meu computador.
É a mesma pessoa. E mais, uma pessoa iluminada. Ou talvez sim, dê reflexo :) De qualquer forma, é uma pessoa divertida, inteligente, interessante, legal.... depois do post da Larissa e deste post alguém pode desconfiar e dizer: "Pôxa vida, mas todas as suas amigas são legais, inteligentes, divertidas e bonitas??" Pois é, o que posso fazer?? Não é culpa minha, eu estava aqui e elas vieram. Me seguiram :) E olha que tem outras, de quem ainda não falei, igualmente legais, simpáticas, bonitas e divertidas.
Blanda, ou melhor, Fernanda, porque a moça tem nome, é alguém super especial para mim, que me deu apoio, conversou comigo, ouviu minhas crises e me aconselhou muito bem durante todo o tempo em que nos conhecemos. Posso dizer que também a ajudei no que pude. Tivemos a coincidência de namorarmos à distância por um tempo e foi super importante podermos conversar sobre isso e trocar idéias.
Foi muito bom conhecê-la pessoalmente e pretendo ir ao seu casamento em Janeiro. Combinamos algo para amanhã à noite, mas caso ela leia isso antes, gostaria de saber se há possibilidade de ser à noite, mas um pouco mais cedo do que o combinado (folgada, não?). Tá, existe o telefone para isso, Vanessa preguiçosa. Ok, esqueçam.
Conheceu Dave pessoalmente e pode afirmar que ele não é uma lenda. Existe, realmente, apesar de ninguém que eu conheci aqui tê-lo visto ainda. Ela pode confirmar que ele realmente existe e é fofinho (ok, isso ela não pode dizer, ou pega mal, né?...risos..) . Ficou aqui, sofrendo, fazendo contas para um trabalho enquanto nós nos divertíamos à beira da lagoa :) coitadinho.
Fernanda, fiquei super feliz em lhe conhecer pessoalmente e espero que você volte aqui outras vezes para a gente aproveitar mais. Se não soasse muito esotérico eu diria que esta é uma menina cheia de luz (e se a Aldy ler isso irá rir uma meia hora, mais ou menos. Piada interna. Putz, eu odeio piada interna dos outros, geralmente não entendo nada. Fiquem tranquilos, ninguém entende).
Menina transparente, que deixa transparecer a alegria, a felicidade de quem está começando uma vida nova, com todas as oportunidades pela frente e a certeza de que tudo vai dar certo. Certeza que a gente só tem quando sabe o que é lutar.
Menina, você é o máximo. Você é você. Eu já te conhecia há muito tempo, mas te ver pessoalmente, com toda essa energia e esses olhinhos brilhantes, foi impagável.
Destaque especial para a prima dela, a mim lembra um pouco a Giovana Antonelli (espero que ela não odeie a comparação). Menina bonita, legal e inteligente, que está sozinha, a quem joguei uma praga daquelas que pegam facilmente: vai encontrar um cara muito legal e que valha a pena, se apaixonar, casar e ser bem feliz. E olha que minhas pragas românticas costumam pegar...
Ok, pára tudo. Esse post está um horror. "Pessoa iluminada"?? "Energia?" "Menina cheia de luz"?? "Praga romântica"?? Bleargh, não existe nada pior do que esses jargões de esoterismo barato, caramba! Só faltou eu dizer que a menina era "do bem". Putz...peço desculpa aos meus leitores por esses lapsos...se eu tivesse pensado um pouco mais antes de escrever este texto teria encontrado uma forma diferente de dizer a mesma coisa. E não, eu não acredito em duendes.
Antes que algum branquelo se ofenda com o post (não sei por quê, mas nunca se sabe), eu já fui tão branca como ela, durante a infância. O que me leva a crer que durante a infância dela ela era ainda mais branca do que é hoje...risos... ok, a emenda vai ficar pior que o soneto. A menina é branquelinha, sua melanina tomou um banho de água oxigenada com sal amoníaco e saiu no sol.
Sim, a pele é quase transparente, a gente quase pode ver através da moça (ok, estou sacaneando agora...risos...mas faz parte do texto) Mas o que chama mais atenção é a transparência da sua alma, aquela que a gente pode ver ao olhar em seus olhos, ouvir sua risada, o gesticular italiano, que acompanha alguma explicação que te convence de qualquer coisa. Sua alma é transparente.
Aquele tipo de pessoa tão verdadeira, que não consegue esconder o que é, o que sente, o que pensa. Aquela menina de quem você pode ser amiga sem reservas, coisa rara na população feminina hoje em dia. Fernanda é assim, delicada, verdadeira, transparente.
Valeu o fim de tarde, menina, espero que a Carol também tenha gostado. Comemos uma pasta de grão-de-bico árabe, hammos, acho. Apelidei de pasta do hammas. O grão-de-bico terrorista. Nos obriga a comer até virar uma baleia. Muito bom. Fernanda pagou antes que tivéssemos chance de rachar a conta. Nem vimos.
O que mais posso dizer? Esses dias aqui têm valido muito, muito mesmo, é uma oportunidade e tanto, conhecer tanta gente boa, ter momentos tão especiais. E ainda falta conhecer um monte de gente. Claudio Téllez, William, Patrícia, Gerusa (tínhamos combinado um negócio, mas dei para trás quando percebi que era para escalar a pedra da Gávea. É a única coisa da qual tenho pavor: altura. Quero combinar algo mais plano para conhecê-la brevemente), Aldy e quem mais eu puder conhecer, combinado ou não, durante o tempo em que estiver aqui. Tem sido ótimo, mesmo para uma criatura com bases anti-sociais, como eu.
Ufa! Falei demais. Como sempre. Ia esperar ter as fotos para postar, mas como sempre também, não consigo ficar quieta. E mesmo sabendo que final de semana ninguém lê o blog, escrevo. Eita, vício!
Ontem conheci a Blanda. Ela passou aqui com a prima, Carol, e fomos conversar em um dos quiosques da Lagoa. Posso dizer que ela é bem mais bonita pessoalmente, o que deve ser tomado como um elogio à sua aparência e não uma ofensa às suas fotos.
Branca. Muito branca. Mas ao mesmo tempo ela não é só branca, daquelas que dão reflexo ao sol. É transparente, os cabelos naturalmente loiros, lisos, os olhos azuis. Simpática, alegre, daquele tipo de alegria que contagia quem está por perto. Falando de amor, de futuro, de relacionamento feliz, lembro de certa vez ter lido um post em que ela descrevia um final de tarde com o namorado, comendo pizza em casa, programa caseiro, romântico, feliz. Lembro do meu comentário: "Também quero". Ela me garantia que em breve eu encontraria alguém com quem pudesse dividir momentos felizes. Eu não acreditava.
Delicada, super para cima, é exatamente a mesma amiga com quem converso há dois anos, por e-mail, yahoo messenger, blogs e telefone.
Aquela mesma que teve que ouvir minhas crises de medo do desconhecido quando fui a Porto Alegre e que me deu a maior força, o tempo inteiro. Que disse para eu aproveitar e deixar para pensar e me preocupar só quando voltasse a Campo Grande.
A mesma amiga que dividiu comigo a alegria do casamento, enquanto eu fazia baby-liss, vinte minutos antes de chegar no cartório. Conversamos ao telefone, sem saber quando voltaríamos a nos falar.
A mesma amiga a quem eu dei detalhes da lua-de-mel, com quem dei bastante risada, a quem dei apoio nos momentos em que ela estava longe do namorado, triste. Aliás, ela também me apoiava quando era eu quem estava sofrendo de saudade, por estar longe do Dave.
Foi minha primeira leitora do vansblog, fora do círculo hiper-restrito do news do Uol, que foi de onde eu surgi. Eu nem sabia que ela lia.
Resolvi fazer um breve hiatus, disse que mudaria de endereço (nessa época estava fazendo testes no blogspot e no weblogger) e falei que era para quem quisesse continuar lendo o que eu escrevia me mandar um e-mail que eu passaria o endereço novo, assim que estivesse tudo certo. Minha intenção era afastar os stalkers importados do news e sair do hpg para um lugar que tivesse estrutura para blogs.
Então apareceu o e-mail de uma tal de Blanda. Achei que fosse algum dos garotos do news tentando me enganar, desconfiada, como sempre. Mas tinha um link, e um blog bem escrito, a menina era jornalista e o blog já tinha alguns meses. Parecia incrível, mas realmente alguém que não me conhecia lia meu blog e gostava do que eu escrevia. Isso foi em 2002. Algum tempo de conversa depois, ela me mandou uma foto.
Não é como eu, que obrigo meus pobres leitores a verem minha cara em cada post. Ela é discreta. Não há fotos suas em seu blog. Mas há fotos suas no Orkut, ela não é assim tão paranóica. E a gente já trocou milhares de fotos, desde então. Tenho uma pasta só com as fotos dela em meu computador.
É a mesma pessoa. E mais, uma pessoa iluminada. Ou talvez sim, dê reflexo :) De qualquer forma, é uma pessoa divertida, inteligente, interessante, legal.... depois do post da Larissa e deste post alguém pode desconfiar e dizer: "Pôxa vida, mas todas as suas amigas são legais, inteligentes, divertidas e bonitas??" Pois é, o que posso fazer?? Não é culpa minha, eu estava aqui e elas vieram. Me seguiram :) E olha que tem outras, de quem ainda não falei, igualmente legais, simpáticas, bonitas e divertidas.
Blanda, ou melhor, Fernanda, porque a moça tem nome, é alguém super especial para mim, que me deu apoio, conversou comigo, ouviu minhas crises e me aconselhou muito bem durante todo o tempo em que nos conhecemos. Posso dizer que também a ajudei no que pude. Tivemos a coincidência de namorarmos à distância por um tempo e foi super importante podermos conversar sobre isso e trocar idéias.
Foi muito bom conhecê-la pessoalmente e pretendo ir ao seu casamento em Janeiro. Combinamos algo para amanhã à noite, mas caso ela leia isso antes, gostaria de saber se há possibilidade de ser à noite, mas um pouco mais cedo do que o combinado (folgada, não?). Tá, existe o telefone para isso, Vanessa preguiçosa. Ok, esqueçam.
Conheceu Dave pessoalmente e pode afirmar que ele não é uma lenda. Existe, realmente, apesar de ninguém que eu conheci aqui tê-lo visto ainda. Ela pode confirmar que ele realmente existe e é fofinho (ok, isso ela não pode dizer, ou pega mal, né?...risos..) . Ficou aqui, sofrendo, fazendo contas para um trabalho enquanto nós nos divertíamos à beira da lagoa :) coitadinho.
Fernanda, fiquei super feliz em lhe conhecer pessoalmente e espero que você volte aqui outras vezes para a gente aproveitar mais. Se não soasse muito esotérico eu diria que esta é uma menina cheia de luz (e se a Aldy ler isso irá rir uma meia hora, mais ou menos. Piada interna. Putz, eu odeio piada interna dos outros, geralmente não entendo nada. Fiquem tranquilos, ninguém entende).
Menina transparente, que deixa transparecer a alegria, a felicidade de quem está começando uma vida nova, com todas as oportunidades pela frente e a certeza de que tudo vai dar certo. Certeza que a gente só tem quando sabe o que é lutar.
Menina, você é o máximo. Você é você. Eu já te conhecia há muito tempo, mas te ver pessoalmente, com toda essa energia e esses olhinhos brilhantes, foi impagável.
Destaque especial para a prima dela, a mim lembra um pouco a Giovana Antonelli (espero que ela não odeie a comparação). Menina bonita, legal e inteligente, que está sozinha, a quem joguei uma praga daquelas que pegam facilmente: vai encontrar um cara muito legal e que valha a pena, se apaixonar, casar e ser bem feliz. E olha que minhas pragas românticas costumam pegar...
Ok, pára tudo. Esse post está um horror. "Pessoa iluminada"?? "Energia?" "Menina cheia de luz"?? "Praga romântica"?? Bleargh, não existe nada pior do que esses jargões de esoterismo barato, caramba! Só faltou eu dizer que a menina era "do bem". Putz...peço desculpa aos meus leitores por esses lapsos...se eu tivesse pensado um pouco mais antes de escrever este texto teria encontrado uma forma diferente de dizer a mesma coisa. E não, eu não acredito em duendes.
Antes que algum branquelo se ofenda com o post (não sei por quê, mas nunca se sabe), eu já fui tão branca como ela, durante a infância. O que me leva a crer que durante a infância dela ela era ainda mais branca do que é hoje...risos... ok, a emenda vai ficar pior que o soneto. A menina é branquelinha, sua melanina tomou um banho de água oxigenada com sal amoníaco e saiu no sol.
Sim, a pele é quase transparente, a gente quase pode ver através da moça (ok, estou sacaneando agora...risos...mas faz parte do texto) Mas o que chama mais atenção é a transparência da sua alma, aquela que a gente pode ver ao olhar em seus olhos, ouvir sua risada, o gesticular italiano, que acompanha alguma explicação que te convence de qualquer coisa. Sua alma é transparente.
Aquele tipo de pessoa tão verdadeira, que não consegue esconder o que é, o que sente, o que pensa. Aquela menina de quem você pode ser amiga sem reservas, coisa rara na população feminina hoje em dia. Fernanda é assim, delicada, verdadeira, transparente.
Valeu o fim de tarde, menina, espero que a Carol também tenha gostado. Comemos uma pasta de grão-de-bico árabe, hammos, acho. Apelidei de pasta do hammas. O grão-de-bico terrorista. Nos obriga a comer até virar uma baleia. Muito bom. Fernanda pagou antes que tivéssemos chance de rachar a conta. Nem vimos.
O que mais posso dizer? Esses dias aqui têm valido muito, muito mesmo, é uma oportunidade e tanto, conhecer tanta gente boa, ter momentos tão especiais. E ainda falta conhecer um monte de gente. Claudio Téllez, William, Patrícia, Gerusa (tínhamos combinado um negócio, mas dei para trás quando percebi que era para escalar a pedra da Gávea. É a única coisa da qual tenho pavor: altura. Quero combinar algo mais plano para conhecê-la brevemente), Aldy e quem mais eu puder conhecer, combinado ou não, durante o tempo em que estiver aqui. Tem sido ótimo, mesmo para uma criatura com bases anti-sociais, como eu.
Ufa! Falei demais. Como sempre. Ia esperar ter as fotos para postar, mas como sempre também, não consigo ficar quieta. E mesmo sabendo que final de semana ninguém lê o blog, escrevo. Eita, vício!

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