Alguém está tirando sarro da minha cara
O comentário abaixo acaba de ser postado no Autor Desconhecido, referente a este texto aqui e sinto-me na obrigação de compartilhá-lo com vocês porque eu realmente não acredito que li isso. A coisa é tão absurda que acho que preciso tomar uns cinco copos d'água, respirar fundo umas sete vezes e contar até três mil quinhentos e setenta antes de responder.
""Olá, meu nome é Camila, moro na cidade de União da Vitória, interior do Paraná, tenho quinze anos e uma opinião bem crítica com relação ao texto de Willian Ferdnand Shakespeare atibuído à Veronica Shoffstall. Primeiro, a outoria de Shakespeare sobre a verdadeira versão desse texto (que tem como verdadeiro título "Depois de um tempo você aprende")é simplesmente incontestável, traz todos os tradicionais traços literários que Shakespeare usava em textos de auto- ajuda, quanto a isso não há duvidas.
Segundo, a versão dita distorcida e alongada do texto, fora escrita sem o menor propósito de má-intenção, a mais ou menos um ano atrás, é de minha autoria, e não passou de uma carta que eu escrevi a uma grande amiga para homenagear uma data especial. Como ele foi parar aí e quem o encaminhou, eu não tenho a menor idéia! Porém é verdade sim que o texto não passa de uma coletânea, eu apenas fiz uma pequena reunião do que eu mais gostava sobre Paulo Coelho, Vinicius de Moraes, Fernando Pessoa e outros que a fraca memória não me permite citar agora, com base no texto de Shakespeare, mais alguns resquícios completamente originais de lições de vida,e ficou assim.
A quem achar que sou uma desocupada tentando fazer uma brincadeirinha de mau gosto que me contate para tirar a dúvida, eu aponto e comprovo cada uma das citações que fiz acima. Quanto ao fato da versão do texto que eu redigi ter sido taxada de praga, desgraça, dessas que destroem civilizações - meu Deus, quanto exagero!!! - eu acho que quem fez o comentário deveria rever os seus conceitos. Na minha opinião, não existe presente mais profundamente tocante e precioso que se dê a um amigo especial do que qualquer simples pedaço de papel com palavras não escritas, e sim, desenhadas pelo coraçaõ..."
Camila de Lima | 06.10.06 - 1:07 pm IP: 201.35.54.3
kamilinha91@hotmail.com
Por favor, pessoas, não façam esse tipo de brincadeira comigo, que eu sou uma senhora idosa, ex-cardiopata, com alergia a adrenalina, que não tolera emoções fortes.
PS: Grifos meus.
PS2: O texto está na íntegra, não corrigi absolutamente nada - como dá para perceber.
.
UPDATE
Não, Camila não é brincadeira de algum stalker, ela é realmente uma menina de 15 anos que alterou um texto de outra pessoa sem saber que isso era errado e jura que Shakespeare escreve textos de auto-ajuda. Respondi por email e espero que ela compreenda que não é nem bonito nem certo o que fez e que nem Shakespeare nem Fernando Pessoa escrevem textos de auto-ajuda. E por favor, colocá-los no mesmo barco que Paulo Coelho faria com que se revirassem no túmulo! Espero, sinceramente, que ela compreenda e não me leve a mal.
Agora com licença que eu tenho um negócio efervescente para tomar.
.
O comentário abaixo acaba de ser postado no Autor Desconhecido, referente a este texto aqui e sinto-me na obrigação de compartilhá-lo com vocês porque eu realmente não acredito que li isso. A coisa é tão absurda que acho que preciso tomar uns cinco copos d'água, respirar fundo umas sete vezes e contar até três mil quinhentos e setenta antes de responder.
""Olá, meu nome é Camila, moro na cidade de União da Vitória, interior do Paraná, tenho quinze anos e uma opinião bem crítica com relação ao texto de Willian Ferdnand Shakespeare atibuído à Veronica Shoffstall. Primeiro, a outoria de Shakespeare sobre a verdadeira versão desse texto (que tem como verdadeiro título "Depois de um tempo você aprende")é simplesmente incontestável, traz todos os tradicionais traços literários que Shakespeare usava em textos de auto- ajuda, quanto a isso não há duvidas.
Segundo, a versão dita distorcida e alongada do texto, fora escrita sem o menor propósito de má-intenção, a mais ou menos um ano atrás, é de minha autoria, e não passou de uma carta que eu escrevi a uma grande amiga para homenagear uma data especial. Como ele foi parar aí e quem o encaminhou, eu não tenho a menor idéia! Porém é verdade sim que o texto não passa de uma coletânea, eu apenas fiz uma pequena reunião do que eu mais gostava sobre Paulo Coelho, Vinicius de Moraes, Fernando Pessoa e outros que a fraca memória não me permite citar agora, com base no texto de Shakespeare, mais alguns resquícios completamente originais de lições de vida,e ficou assim.
A quem achar que sou uma desocupada tentando fazer uma brincadeirinha de mau gosto que me contate para tirar a dúvida, eu aponto e comprovo cada uma das citações que fiz acima. Quanto ao fato da versão do texto que eu redigi ter sido taxada de praga, desgraça, dessas que destroem civilizações - meu Deus, quanto exagero!!! - eu acho que quem fez o comentário deveria rever os seus conceitos. Na minha opinião, não existe presente mais profundamente tocante e precioso que se dê a um amigo especial do que qualquer simples pedaço de papel com palavras não escritas, e sim, desenhadas pelo coraçaõ..."
Camila de Lima | 06.10.06 - 1:07 pm IP: 201.35.54.3
kamilinha91@hotmail.com
Por favor, pessoas, não façam esse tipo de brincadeira comigo, que eu sou uma senhora idosa, ex-cardiopata, com alergia a adrenalina, que não tolera emoções fortes.
PS: Grifos meus.
PS2: O texto está na íntegra, não corrigi absolutamente nada - como dá para perceber.
.
UPDATE
Não, Camila não é brincadeira de algum stalker, ela é realmente uma menina de 15 anos que alterou um texto de outra pessoa sem saber que isso era errado e jura que Shakespeare escreve textos de auto-ajuda. Respondi por email e espero que ela compreenda que não é nem bonito nem certo o que fez e que nem Shakespeare nem Fernando Pessoa escrevem textos de auto-ajuda. E por favor, colocá-los no mesmo barco que Paulo Coelho faria com que se revirassem no túmulo! Espero, sinceramente, que ela compreenda e não me leve a mal.
Agora com licença que eu tenho um negócio efervescente para tomar.
.

<< Home