Meu Tigre

A primeira vez que o vi foi no blog da Cora, em um recado da Dra Andrea Lambert sobre um gatinho que tinha sido encontrado atropelado, com a patinha quebrada e a pele do queixo descolada. Um gatinho de dois meses e pouco!!!
Dra Andrea pedia alguém que o apadrinhasse para ajudar nas despesas com o bichinho. Entrei em contato, já faz um mês, era um valor acessível, resolvi "amadrinhar" o gatinho. Dra Andrea pediu que eu desse um nome a ele e como somos péssimos com nomes (vocês já perceberam), chamamos o pobrezinho de Marajá...risos...isso foi uma brincadeira do Dave que eu levei a sério.
Falando sobre o gatinho, Dave viu a foto e decidiu que ele seria nosso. Isso bem antes de a Ricota chegar no pedaço. Mas ele ainda estava enfaixadinho, com pontos, etc e achei que demoraria séculos para que estivesse disponível para adoção. Quando ele apareceu no fotolog da Andrea para adoção, avisei ao Dave, que tratou de me pedir para mandar um e-mail para a veterinária e combinar de ir buscá-lo.
Demorei um pouquinho para escrever, confesso, e quinta-feira então combinei que iria buscá-lo na quarta seguinte. Na sexta veio a Ricota...como já havia me comprometido, não voltaria atrás.
Fiquei meio apavorada no início, por pegar duas crianças, mas lá fui eu na quarta-feira ver o dito-cujo. Logo que cheguei (atrasada, as always) na casa da Andrea, fui recepcionada por uma gatinha linda tricolor que já tinha dona. Em seguida chegou o Marajá, como se soubesse quem eu era, se esfregando em minha perna, ronronando. Cadê a dúvida ? Se na hora eu não sabia onde ela estava, a encontraria depois.
Andrea me perguntou se eu queria conhecer os outros gatinhos. Entrei na casa. Um corredor de filhotes, adolescentes e alguns adultos me obrigou a andar com cuidado e pedir licença. Chegando na sala, ouvi miados repetidos e insistentes, olhei, era uma outra gatinha tricolor, do tamanho do Marajá, olhava para mim e miava, como se dissesse "me leva, me leva". Levantou da cadeira e veio em minha direção, subiu no meu colo, ronronando, acariciou minha mão, com um olhar muito doce e passou o maior tempo em meu colo, enquanto ele se divertia mastigando a orelha de uma sialata (siamês com vira-lata) minúscula e escandalosa.
Confesso que por alguns instantes, acariciando aquele pêlo macio, brilhante e colorido pensei em levar a gatinha e deixar o amarelinho. Conversei com o Davison pelo celular e ele disse para levar o gatinho e depois "estudaríamos o caso da gatinha"...risos... sim, me internem, tirei fotos da gata e de outros gatos (me arrependi de não ter tirado foto de todos, mas depois volto lá), quando o Dave viu as fotos em casa, também se apaixonou...Mas como é que a gente carrega três gatos para Porto Alegre? Ai, Senhor...
Impossível ir até a casa da Andrea e não ficar com vontade de levar todo mundo para casa, todos eles são muito especiais. Outra gata muito carinhosa e meiga se aproximou de mim, tem o que se chama de "pelagem vaquinha", base branca e manchas pretas. Linda, linda, linda, pêlo semi-longo, muito, mas muito macio, as partes brancas são tão brancas que parece chantilly. Também me apaixonei. Tirei fotos, mas não consegui fazer nenhuma foto que mostrasse a beleza dela.
Outra muito interessante é uma rajada clara, forte, de corpo esguio, olhos altivos, uma verdadeira dama da sociedade britânica.
Ela é uma pessoa. Sim, ela está certa de que é uma pessoa. Super carinhosa e simpática com seus semelhantes (as pessoas), subiu no meu colo, fez carinho e o maior charme, já com os outros gatos ela é uma fera. Fica na dela, tranquila, mas assim que topa com um felino, fica indignadíssima por aquela criatura estar invadindo o seu espaço, grita, expulsando o invasor :)
Resolveu deitar na poltrona ao meu lado, mas não notou que tinha um filhotinho preto dormindo ali perto. Toda vez que o bichinho espreguiçava, ela reclamava, gritando. Não atacou o gatinho, ela não é agressiva, só ligeiramente histérica com essas situações. É do tipo que deve ser adotada por alguém que queira apenas um gato e com certeza será uma companheira leal, dedicada e muito carinhosa.
Tinha ainda uma tigrada muito parecida com a mãe da Ricota. Sabe aqueles rajadinhos que foram promovidos a raça ? Pois é. Muito educada também, meiga e simpática, linda, com um porte de princesa. Conheci também o Tarzan, um velhinho preto que parece um boi de tão forte.
Não tem mais elasticidade o suficiente para girar o corpo e lamber as costas, por exemplo, e tem o maior jeito de velhinho. Estava no Campo de Santana, abandonado e certamente não teria resistido se a Andrea não o tivesse resgatado. Havia também uma gata amarela linda, adulta, gordinha, ceguinha de um olho, com rinite crônica, roncando o tempo todo. Me aproximei dela e fiz carinho, também muito carinhosa, carente como todos os outros ali.
Uma filhotinha bem pequena escaminha de tartaruga magrinha, magrinha, magrinha resgatada há pouco, está em tratamento, para ficar mais fortinha e enfrentar uma cirurgia para remoção de um olhinho, ou o que restou dele depois dos maus-tratos que sofreu na rua. Tem gente ruim para tudo, meus amigos.
Mas também tinha uma porção de gatos super saudáveis e bonitos, como a preto-e-branca que falei, a tricolorzinha, uma outra tricolor maior, linda, que encurralava os gatinhos menores para se divertir, dois filhotes amarelinhos menores que a Ricota, a sialata pequenininha, branquinha com manchas em um tom marrom-claro, olhos azuis e focinho rosa.
Uma siamesa dormiu o tempo todo da minha visita, já tem dono interessado. O maior problema é que o pessoal costuma querer adotar apenas filhotes.
Ironia do destino, eu, que tentei no início do mês passado, adotar um trio de idosos de Porto Alegre, estou com dois filhotes em casa. É divertido, sim, mas eles são ativos demais e bobinhos demais.
Muito mais tranquilo seria adotar um adulto, que já sabe, por exemplo, enterrar o cocô sem pisar em cima (Ricota fez isso esses dias e lá fui eu lavar a patinha da gata....ela é extremamente nenê), é bem mais independente e já tem personalidade definida.
E sofreu por mais tempo o abandono, merece um lar, uma família, amor, carinho e muita ração :) Vou fazer cartazes com as fotos que tenho e espalhar pelos pet shops, também coloco aqui porque alguém pode se interessar em ter uma dessas fofuras em casa.
Ricota e ele não se estranharam nem um pouco, ela não fez "fuss" para ele, ficou super feliz, logo quis brincar, achou interessantíssimo. Ele estava com um pouco de medo, escondido atrás do bidê, no banheiro. Logo fizeram amizade e ela o persegue pela casa toda. Se ele vai tomar água, ela vai também, se vai comer, lá vai ela atrás, se resolve ir ao banheiro, ela, indiscreta, também vai.
Como ele é um pouco maior (tem quase quatro meses), é mais evoluído, uma criança. Ela ainda é um bebê, chatíssima, fica pulando ao redor dele, que a ignora. Puxa o rabinho dele, morde a orelha, incomoda tanto, tanto, tanto que ele não resiste e morde ela também, ficam brincando de luta horas e horas, até que cansam e desmaiam...risos...
Ele é ruivo, tigrado, de focinho e almofadinhas rosa, olhos amarelos, forte, tem a maior cara de macho, ninguém confunde com uma menininha, ganhou novo nome (também provisório, no estilo "se colar, colou"), Tigre. Ela adorou o presente e não fica mais tentando pegar a gatinha do espelho...risos....agora tem seu próprio gatinho para brincar.
Aí vão algumas fotos, no decorrer dos dias, posto outras.
A Gatinha aristocrata que acha que é gente (se você quer um gatinho amável e carinhoso e não pode adotar mais do que um, ela é perfeita):

A P&B mais linda, macia e carinhosa do mundo:


A tricolor maior, tomando banho:

A Sialata, vítima do tigrinho:


Tigre, quando foi resgatado, ainda com a pata quebrada, andando de cabeça baixa porque a pele descolada devia doer para caramba:

Tigre, ainda sem madrinha, esperando um lar:

Tigre, em casa, feliz da vida, abraçado ao meu braço:

Com sua nova irmãzinha e companheira de brincadeiras, Ricota:

PS: Post novo no Autor Desconhecido.
Ps2: Para quem gosta tanto dele quanto eu, uma dica:
Edmund está voltando a postar com frequência!!! Êba!!!
Ps3: Tom, não era o Zózimo que era desconhecido para mim, mas a sua estátua. Eu não fazia idéia que ela existia, nem que era ele o homenageado, mas já conhecia seu trabalho, sim, e como não? Mas ao gari nada disse, preferi escutá-lo, com ar importante, contar o que sabia sobre o jornalista. E a idéia do post, confesso, não foi minha, cheguei em casa chateada porque meu texto sobre a estátua do Autor Desconhecido tinha ido para o brejo, ele me disse: "ué, você descobriu que se procurar, descobre quem é o autor e que realmente o autor desconhecido não existe, altera o texto nessa linha". Ok, ele é o gênio, créditos ao Davison...risos...
Ps4: Vejo se consigo colocar os comentários em dia, mas não precisam me deixar falando com as paredes por conta disso.
PS5: Cora, muito obrigada, afinal de contas você foi co-responsável por essa fofurinha estar aqui em casa, alegrando meus dias hoje. :) Se não fosse aquele anúncio...
Ps6: Agradeço à Dra Andrea é claro, que faz um trabalho maravilhoso com esses bichinhos resgatando-os da rua, abrigando em sua casa até encontrar um dono.
Ps7: Já que estou agradecendo a todo mundo, não posso esquecer da minha amiga Claudia que me deu minha bebezinha, a Ricota. :)
Ps8: E ao Davison que topou na hora essa história maluca de ser pai de dois bebês de uma vez só...risos...esse cara é muito especial mesmo :) (e eu sou uma boba apaixonada, sim...risos...)

A primeira vez que o vi foi no blog da Cora, em um recado da Dra Andrea Lambert sobre um gatinho que tinha sido encontrado atropelado, com a patinha quebrada e a pele do queixo descolada. Um gatinho de dois meses e pouco!!!
Dra Andrea pedia alguém que o apadrinhasse para ajudar nas despesas com o bichinho. Entrei em contato, já faz um mês, era um valor acessível, resolvi "amadrinhar" o gatinho. Dra Andrea pediu que eu desse um nome a ele e como somos péssimos com nomes (vocês já perceberam), chamamos o pobrezinho de Marajá...risos...isso foi uma brincadeira do Dave que eu levei a sério.
Falando sobre o gatinho, Dave viu a foto e decidiu que ele seria nosso. Isso bem antes de a Ricota chegar no pedaço. Mas ele ainda estava enfaixadinho, com pontos, etc e achei que demoraria séculos para que estivesse disponível para adoção. Quando ele apareceu no fotolog da Andrea para adoção, avisei ao Dave, que tratou de me pedir para mandar um e-mail para a veterinária e combinar de ir buscá-lo.
Demorei um pouquinho para escrever, confesso, e quinta-feira então combinei que iria buscá-lo na quarta seguinte. Na sexta veio a Ricota...como já havia me comprometido, não voltaria atrás.
Fiquei meio apavorada no início, por pegar duas crianças, mas lá fui eu na quarta-feira ver o dito-cujo. Logo que cheguei (atrasada, as always) na casa da Andrea, fui recepcionada por uma gatinha linda tricolor que já tinha dona. Em seguida chegou o Marajá, como se soubesse quem eu era, se esfregando em minha perna, ronronando. Cadê a dúvida ? Se na hora eu não sabia onde ela estava, a encontraria depois.
Andrea me perguntou se eu queria conhecer os outros gatinhos. Entrei na casa. Um corredor de filhotes, adolescentes e alguns adultos me obrigou a andar com cuidado e pedir licença. Chegando na sala, ouvi miados repetidos e insistentes, olhei, era uma outra gatinha tricolor, do tamanho do Marajá, olhava para mim e miava, como se dissesse "me leva, me leva". Levantou da cadeira e veio em minha direção, subiu no meu colo, ronronando, acariciou minha mão, com um olhar muito doce e passou o maior tempo em meu colo, enquanto ele se divertia mastigando a orelha de uma sialata (siamês com vira-lata) minúscula e escandalosa.
Confesso que por alguns instantes, acariciando aquele pêlo macio, brilhante e colorido pensei em levar a gatinha e deixar o amarelinho. Conversei com o Davison pelo celular e ele disse para levar o gatinho e depois "estudaríamos o caso da gatinha"...risos... sim, me internem, tirei fotos da gata e de outros gatos (me arrependi de não ter tirado foto de todos, mas depois volto lá), quando o Dave viu as fotos em casa, também se apaixonou...Mas como é que a gente carrega três gatos para Porto Alegre? Ai, Senhor...
Impossível ir até a casa da Andrea e não ficar com vontade de levar todo mundo para casa, todos eles são muito especiais. Outra gata muito carinhosa e meiga se aproximou de mim, tem o que se chama de "pelagem vaquinha", base branca e manchas pretas. Linda, linda, linda, pêlo semi-longo, muito, mas muito macio, as partes brancas são tão brancas que parece chantilly. Também me apaixonei. Tirei fotos, mas não consegui fazer nenhuma foto que mostrasse a beleza dela.
Outra muito interessante é uma rajada clara, forte, de corpo esguio, olhos altivos, uma verdadeira dama da sociedade britânica.
Ela é uma pessoa. Sim, ela está certa de que é uma pessoa. Super carinhosa e simpática com seus semelhantes (as pessoas), subiu no meu colo, fez carinho e o maior charme, já com os outros gatos ela é uma fera. Fica na dela, tranquila, mas assim que topa com um felino, fica indignadíssima por aquela criatura estar invadindo o seu espaço, grita, expulsando o invasor :)
Resolveu deitar na poltrona ao meu lado, mas não notou que tinha um filhotinho preto dormindo ali perto. Toda vez que o bichinho espreguiçava, ela reclamava, gritando. Não atacou o gatinho, ela não é agressiva, só ligeiramente histérica com essas situações. É do tipo que deve ser adotada por alguém que queira apenas um gato e com certeza será uma companheira leal, dedicada e muito carinhosa.
Tinha ainda uma tigrada muito parecida com a mãe da Ricota. Sabe aqueles rajadinhos que foram promovidos a raça ? Pois é. Muito educada também, meiga e simpática, linda, com um porte de princesa. Conheci também o Tarzan, um velhinho preto que parece um boi de tão forte.
Não tem mais elasticidade o suficiente para girar o corpo e lamber as costas, por exemplo, e tem o maior jeito de velhinho. Estava no Campo de Santana, abandonado e certamente não teria resistido se a Andrea não o tivesse resgatado. Havia também uma gata amarela linda, adulta, gordinha, ceguinha de um olho, com rinite crônica, roncando o tempo todo. Me aproximei dela e fiz carinho, também muito carinhosa, carente como todos os outros ali.
Uma filhotinha bem pequena escaminha de tartaruga magrinha, magrinha, magrinha resgatada há pouco, está em tratamento, para ficar mais fortinha e enfrentar uma cirurgia para remoção de um olhinho, ou o que restou dele depois dos maus-tratos que sofreu na rua. Tem gente ruim para tudo, meus amigos.
Mas também tinha uma porção de gatos super saudáveis e bonitos, como a preto-e-branca que falei, a tricolorzinha, uma outra tricolor maior, linda, que encurralava os gatinhos menores para se divertir, dois filhotes amarelinhos menores que a Ricota, a sialata pequenininha, branquinha com manchas em um tom marrom-claro, olhos azuis e focinho rosa.
Uma siamesa dormiu o tempo todo da minha visita, já tem dono interessado. O maior problema é que o pessoal costuma querer adotar apenas filhotes.
Ironia do destino, eu, que tentei no início do mês passado, adotar um trio de idosos de Porto Alegre, estou com dois filhotes em casa. É divertido, sim, mas eles são ativos demais e bobinhos demais.
Muito mais tranquilo seria adotar um adulto, que já sabe, por exemplo, enterrar o cocô sem pisar em cima (Ricota fez isso esses dias e lá fui eu lavar a patinha da gata....ela é extremamente nenê), é bem mais independente e já tem personalidade definida.
E sofreu por mais tempo o abandono, merece um lar, uma família, amor, carinho e muita ração :) Vou fazer cartazes com as fotos que tenho e espalhar pelos pet shops, também coloco aqui porque alguém pode se interessar em ter uma dessas fofuras em casa.
Ricota e ele não se estranharam nem um pouco, ela não fez "fuss" para ele, ficou super feliz, logo quis brincar, achou interessantíssimo. Ele estava com um pouco de medo, escondido atrás do bidê, no banheiro. Logo fizeram amizade e ela o persegue pela casa toda. Se ele vai tomar água, ela vai também, se vai comer, lá vai ela atrás, se resolve ir ao banheiro, ela, indiscreta, também vai.
Como ele é um pouco maior (tem quase quatro meses), é mais evoluído, uma criança. Ela ainda é um bebê, chatíssima, fica pulando ao redor dele, que a ignora. Puxa o rabinho dele, morde a orelha, incomoda tanto, tanto, tanto que ele não resiste e morde ela também, ficam brincando de luta horas e horas, até que cansam e desmaiam...risos...
Ele é ruivo, tigrado, de focinho e almofadinhas rosa, olhos amarelos, forte, tem a maior cara de macho, ninguém confunde com uma menininha, ganhou novo nome (também provisório, no estilo "se colar, colou"), Tigre. Ela adorou o presente e não fica mais tentando pegar a gatinha do espelho...risos....agora tem seu próprio gatinho para brincar.
Aí vão algumas fotos, no decorrer dos dias, posto outras.
A Gatinha aristocrata que acha que é gente (se você quer um gatinho amável e carinhoso e não pode adotar mais do que um, ela é perfeita):

A P&B mais linda, macia e carinhosa do mundo:


A tricolor maior, tomando banho:

A Sialata, vítima do tigrinho:


Tigre, quando foi resgatado, ainda com a pata quebrada, andando de cabeça baixa porque a pele descolada devia doer para caramba:

Tigre, ainda sem madrinha, esperando um lar:

Tigre, em casa, feliz da vida, abraçado ao meu braço:

Com sua nova irmãzinha e companheira de brincadeiras, Ricota:

PS: Post novo no Autor Desconhecido.
Ps2: Para quem gosta tanto dele quanto eu, uma dica:
Edmund está voltando a postar com frequência!!! Êba!!!
Ps3: Tom, não era o Zózimo que era desconhecido para mim, mas a sua estátua. Eu não fazia idéia que ela existia, nem que era ele o homenageado, mas já conhecia seu trabalho, sim, e como não? Mas ao gari nada disse, preferi escutá-lo, com ar importante, contar o que sabia sobre o jornalista. E a idéia do post, confesso, não foi minha, cheguei em casa chateada porque meu texto sobre a estátua do Autor Desconhecido tinha ido para o brejo, ele me disse: "ué, você descobriu que se procurar, descobre quem é o autor e que realmente o autor desconhecido não existe, altera o texto nessa linha". Ok, ele é o gênio, créditos ao Davison...risos...
Ps4: Vejo se consigo colocar os comentários em dia, mas não precisam me deixar falando com as paredes por conta disso.
PS5: Cora, muito obrigada, afinal de contas você foi co-responsável por essa fofurinha estar aqui em casa, alegrando meus dias hoje. :) Se não fosse aquele anúncio...
Ps6: Agradeço à Dra Andrea é claro, que faz um trabalho maravilhoso com esses bichinhos resgatando-os da rua, abrigando em sua casa até encontrar um dono.
Ps7: Já que estou agradecendo a todo mundo, não posso esquecer da minha amiga Claudia que me deu minha bebezinha, a Ricota. :)
Ps8: E ao Davison que topou na hora essa história maluca de ser pai de dois bebês de uma vez só...risos...esse cara é muito especial mesmo :) (e eu sou uma boba apaixonada, sim...risos...)

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